Produção industrial recua em fevereiro, diz IBGE

Entre as atividades que recuaram em fevereiro na comparação com janeiro, as influências negativas mais importantes vieram de veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,2%) e indústrias extrativas (-4,7%)

Economia continua estagnada no País
Economia continua estagnada no País (Foto: Agência Brasil)


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247 - A produção industrial do país recuou 0,7% em fevereiro, na comparação com janeiro, na série com ajuste sazonal, de acordo com números divulgados nesta quinta-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo de 0,7% da indústria, de janeiro para fevereiro de 2021, teve perfil disseminado de taxas negativas, alcançando três das quatro das grandes categorias econômicas e 14 dos 26 ramos pesquisados.

Entre as atividades, as influências negativas mais importantes vieram de veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,2%) e indústrias extrativas (-4,7%). O setor de veículos automotores, reboques e carrocerias interrompeu nove meses de resultados positivos consecutivos, com alta acumulada de 1.249,2% no período. Já a atividade de indústrias extrativas eliminou os avanços de dezembro de 2020 (3,8%) e janeiro de 2021 (1,0%).

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Outras influências negativas foram: produtos têxteis (-9,0%), produtos de metal (-4,1%), couro, artigos para viagem e calçados (-5,9%), produtos diversos (-8,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-0,7%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-3,5%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-3,4%) e de bebidas (-1,8%).

Por outro lado, entre as 12 atividades em alta, outros produtos químicos (3,3%) e máquinas e equipamentos (2,8%) apontaram os principais impactos positivos em fevereiro de 2021. A primeira registra o quarto mês seguido de expansão na produção, acumulando no período ganho de 9,4%, enquanto a segunda elimina a redução de 2% registrada em janeiro de 2021, quando interrompeu oito meses consecutivos de alta. Destacam-se também os resultados positivos assinalados pelos ramos de metalurgia (1,4%) e de produtos alimentícios (0,5%).

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Entre as grandes categorias econômicas, bens de consumo duráveis recuou 4,6% na passagem de janeiro para fevereiro, assinalando a taxa negativa mais acentuada do mês. É o segundo mês seguido de redução na produção, com queda acumulada de 5,5% no período.

Os segmentos de bens de capital (-1,5%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (-0,3%) também registraram taxas negativas em fevereiro, com o primeiro interrompendo nove meses de resultados positivos (expansão acumulada de 147,1%) e o segundo revertendo o avanço de 1,7% assinalado em janeiro. Somente o setor de bens intermediários (0,6%) apresentou taxa positiva em fevereiro de 2021, eliminando parte da redução de 1% verificada em janeiro.

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