Privatização radical envolve Correios, elétricas e até a Casa da Moeda

Para fazer caixa e incrementar o ajuste fiscal, o governo interino de Michel Temer trabalha com uma lista de privatizações e abertura de capital que se destacam os Correios, Casa da Moeda e a venda de fatias do governo federal em até 230 empresas do setor elétrico; Também fazem parte do rol de ativos a Infraero, as companhias Docas, a Caixa Seguros e o IRB Brasil; programa de privatizações é coordenado no governo pelo secretário Moreira Franco  

Para fazer caixa e incrementar o ajuste fiscal, o governo interino de Michel Temer trabalha com uma lista de privatizações e abertura de capital que se destacam os Correios, Casa da Moeda e a venda de fatias do governo federal em até 230 empresas do setor elétrico; Também fazem parte do rol de ativos a Infraero, as companhias Docas, a Caixa Seguros e o IRB Brasil; programa de privatizações é coordenado no governo pelo secretário Moreira Franco
 
Para fazer caixa e incrementar o ajuste fiscal, o governo interino de Michel Temer trabalha com uma lista de privatizações e abertura de capital que se destacam os Correios, Casa da Moeda e a venda de fatias do governo federal em até 230 empresas do setor elétrico; Também fazem parte do rol de ativos a Infraero, as companhias Docas, a Caixa Seguros e o IRB Brasil; programa de privatizações é coordenado no governo pelo secretário Moreira Franco   (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O presidente interino Michel Temer pretende levar ao é da letra o lema do governo de privatizar "tudo o que for possível". Para fazer caixa e incrementar o ajuste fiscal, a equipe de Temer trabalha com uma lista na qual se destacam, entre outros, a abertura de capital dos Correios e da Casa da Moeda e a venda de fatias do governo federal em até 230 empresas do setor elétrico.

Também fazem parte do rol de ativos a Infraero, as companhias Docas, a Caixa Seguros e o IRB Brasil. Estes dois últimos tiveram a ofertas públicas de ações suspensas, devido à piora nas condições do mercado.

No caso dos Correios, será necessária a aprovação do Congresso. O primeiro passo é reestruturar o plano de negócios da empresa, que teve prejuízo de R$ 2,1 bilhões em 2015. Uma das ideias é dividir as áreas em unidades, como logística e encomendas, por exemplo, que poderão ser transferidas integralmente ao setor privado.

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"A situação financeira dos Correios está muito complicada, mas a empresa tem bons ativos e poderá vir a ser valiosa. Primeiro, vamos ter que reestruturar o modelo de negócios", disse um técnico da equipe econômica ao jornal O Globo.

No caso do setor elétrico, o êxito dos leilões da hidrelétricas antigas em dezembro, que geraram R$ 17 bilhões para os cofres do governo apesar da situação adversa de um mercado dominado pela incerteza política, serve de estímulo ao plano, segundo interlocutores. Neste caso, a ideia é se desfazer de ativos, como linhas de transmissão já prontas e com contratos assinados. 

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