Presidente do BNDES diz que país é 'incompetente' para fazer reformas

Presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, criticou duramente a proposta do governo Michel Temer de elevar impostos para cobrir o déficit público, que neste ano deve superar os R$ 139 bilhões, e o que ele qualificou como "incompetência" para aprovar as reformas e reduzir os gastos públicos; "Tempo esgotado para a nossa incompetência de fazer reforma tributária, de fazer reforma da Previdência, mal e mal uma reforma trabalhista. Para nossa incompetência de fazer o custo da máquina caber dentro do PIB e colocar no bolso do brasileiro a conta do ajuste", disparou

Presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, criticou duramente a proposta do governo Michel Temer de elevar impostos para cobrir o déficit público, que neste ano deve superar os R$ 139 bilhões, e o que ele qualificou como "incompetência" para aprovar as reformas e reduzir os gastos públicos; "Tempo esgotado para a nossa incompetência de fazer reforma tributária, de fazer reforma da Previdência, mal e mal uma reforma trabalhista. Para nossa incompetência de fazer o custo da máquina caber dentro do PIB e colocar no bolso do brasileiro a conta do ajuste", disparou
Presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, criticou duramente a proposta do governo Michel Temer de elevar impostos para cobrir o déficit público, que neste ano deve superar os R$ 139 bilhões, e o que ele qualificou como "incompetência" para aprovar as reformas e reduzir os gastos públicos; "Tempo esgotado para a nossa incompetência de fazer reforma tributária, de fazer reforma da Previdência, mal e mal uma reforma trabalhista. Para nossa incompetência de fazer o custo da máquina caber dentro do PIB e colocar no bolso do brasileiro a conta do ajuste", disparou (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, criticou duramente a proposta do governo Michel Temer de elevar impostos para cobrir o déficit público, que neste ano deve superar os R$ 139 bilhões, e o que ele qualificou como "incompetência" para aprovar as reformas e reduzir os gastos públicos.

"Tempo esgotado para a nossa incompetência de fazer reforma tributária, de fazer reforma da Previdência, mal e mal uma reforma trabalhista. Para nossa incompetência de fazer o custo da máquina caber dentro do PIB e colocar no bolso do brasileiro a conta do ajuste", disparou.

No mês passado, o governo elevou as alíquotas do PIS e da Cofins sobre os combustíveis para tentar reduzir o déficit e nesta terça-feira (8), Temer admitiu que a equipe econômica estava avaliando a alíquota do Imposto de Renda como uma forma de reforçar o caixa para cobrir o rombo das contas públicas, mas recuou diante da repercussão negativa e das crpiticas, incluindo de membros da base aliada no Congresso.

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"Volta e meia há reiteradas tentações de se colocar no bolso do brasileiro a conta do ajuste que tem que ser feito através da despesa", disse "É preciso fazer redução da despesa", ressaltou

 

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