Presidente do Banco do Brasil prevê privatização “inevitável”
De acordo com o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, as “amarras do Estado” trarão dificuldade para o banco estatal em “dois, três, quatro anos”
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247 - O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, defendeu nesta sexta-feira (25) a privatização da instituição. De acordo com ele, indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, as “amarras do Estado” trarão dificuldade para o banco estatal em “dois, três, quatro anos”.
“É opinião minha, não é de governo, mas eu acho que, em algum momento, a privatização do Banco do Brasil será inevitável. Com as amarras que uma empresa pública tem, vai ser muito difícil o ajustamento, no horizonte de dois, três, quato anos, a esse novo mundo de open banking e das fintechs. Fica muito difícil em uma instituição ligada a governos acompanhar esse ritmo. Competimos com uma espécie de bola de ferro na canela”, disse durante evento da Associação Comercial do Rio.
O executivo afirmou que “a classe política não está preparada” para aprovar no Congresso a privatização. O Banco tem vendido suas ações em algumas empresas.
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