Preocupada com avanço da Covid-19 no Brasil, China recomenda aumento de estoques de alimentos

Um comerciante chinês citou a disseminação do coronavírus entre os brasileiros, afirmando "que as coisas não parecem bem" no País

(Foto: Reuters)


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247 - A China pediu que empresas de comércio e processadoras de alimentos aumentem os estoques de grãos por conta de uma possível segunda onda do coronavírus e o agravamento das taxas de infecção em outros países. O Brasil é principal exportador de soja para a China. Um comerciante ouvido pela agência de notícias Reuters citou a disseminação da doença entre os brasileiros, afirmando "que as coisas não parecem bem" no país. De acordo com a plataforma Worldometers, que disponibiliza os dados da Covid-19 por países, o Brasil ocupa a quinta posição no ranking global de confirmações (245 mil casos), atrás dos Estados Unidos (1,5 milhão), da Rússia (290 mil), da Espanha (278 mil) e do Reino Unido (246 mil). 

 “Existe possibilidade de um colapso no fornecimento devido às infecções por coronavírus. Por exemplo, um porto de origem ou destino pode fechar", disse o comerciante. "Eles nos aconselharam a aumentar os estoques, manter os suprimentos mais altos do que normalmente temos. As coisas não parecem bem no Brasil”, acrescentou.

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Três fontes comerciais informaram à agência que negociadores estatais e privados de grãos, assim como produtores de alimentos, foram orientados a adquirir maiores volumes de soja, óleo de soja e milho durante conversas com o Ministério do Comércio da China nos últimos dias.

Uma segunda fonte na China, informada por uma pessoa que participou de uma das reuniões, disse que o Ministério do Comércio do país asiático se reuniu com algumas estatais na semana passada para discutir como garantir suprimentos durante a pandemia. "Uma das principais preocupações é como a epidemia na América do Sul pode impactar o fornecimento (de feijão) para a China", afirmou a fonte.

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*Com informações da Reuters

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