Pré-sal faz Petrobras rever planos internacionais

A descoberta do pré-sal tem levado a Petrobras a realizar uma guinada significativa em suas operações; as riquezas recém-descobertas fizeram a estatal reduzir gradativamente o número de suas representações e operações internacionais; desde o ano passado, 15 representações foram fechadas e outras 38 deverão encerradas até 2015; objetivo é fortalecer as operações da companhia em território nacional

A descoberta do pré-sal tem levado a Petrobras a realizar uma guinada significativa em suas operações; as riquezas recém-descobertas fizeram a estatal reduzir gradativamente o número de suas representações e operações internacionais; desde o ano passado, 15 representações foram fechadas e outras 38 deverão encerradas até 2015; objetivo é fortalecer as operações da companhia em território nacional
A descoberta do pré-sal tem levado a Petrobras a realizar uma guinada significativa em suas operações; as riquezas recém-descobertas fizeram a estatal reduzir gradativamente o número de suas representações e operações internacionais; desde o ano passado, 15 representações foram fechadas e outras 38 deverão encerradas até 2015; objetivo é fortalecer as operações da companhia em território nacional (Foto: Paulo Emílio)


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247 - A descoberta do pré-sal tem levado a Petrobras a realizar uma guinada significativa em suas operações. Com a descoberta das imensas jazidas de petróleo, a estatal tem reduzido gradativamente o número de suas representações e operações internacionais. Desde 2012, quando Graça Foster assumiu a presidência da estatal, 15 representações foram fechadas e outras 38 deverão encerradas até 2015.

O aumento da participação internacional da Petrobras fazia parte do plano estratégico da empresa em crescer no exterior, o que envolvia a aquisição de unidades de interesse direto da estatal, mas que também traziam consigo ativos que não orbitavam no foco de negócios da companhia. Um dos exemplos foi a com da empresa argentina Perez Companc, em 2002. Adquirida por US$ 1 bilhão, a aquisição permitiu a possibilidade de exploração em outros três países (Equador, Peru e Venezuela), além de incluir usinas hidrelétricas que não seriam compradas isoladamente pela Petrobras.

Atualmente, a Petrobras mantém representações em 17 países e uma série de empresas que possuem atuação secundária nos negócios da estatal, incluindo unidades em diversos paraísos fiscais como Ilhas Cayman, Ilhas Virgens, Cuaraçau, entre outros. Embora muitas destas unidades atuem em operações diretas de compra e venda de petróleo no mercado internacional, outras são uma incógnita. Como estão fixadas em outros países, estas empresas não respondem à legislação brasileira, o que dificulta o acesso às informações contábeis.

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A divisão internacional da Petrobras controla cerca de 120 empresas, incluindo a holding Petrobras International Braspetro B.V. (PIB BV), que está firmando uma joint venture com o banco BTG, visando a exploração e produção de óleo e gás na África. A joint venture foi anunciada em junho.

 

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