Pré-sal do Brasil contém 176 bi de barris de petróleo e gás

De acordo com um estudo publicado semana passada por Cleveland Jones e Hernane Chaves, do Instituto Nacional de Óleo e Gás da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), o polígono do pré-sal do Brasil pode conter quatro vezes mais do que os 30 bilhões a 40 bilhões de barris que já foram descobertos; "Em tese, o total que ainda não foi descoberto de recursos recuperáveis no polígono do pré-sal pode ser tão grande quanto 273 bilhões de barris, mas o número mais alto só tem uma certeza estatística de dez por cento," disse Jones

De acordo com um estudo publicado semana passada por Cleveland Jones e Hernane Chaves, do Instituto Nacional de Óleo e Gás da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), o polígono do pré-sal do Brasil pode conter quatro vezes mais do que os 30 bilhões a 40 bilhões de barris que já foram descobertos; "Em tese, o total que ainda não foi descoberto de recursos recuperáveis no polígono do pré-sal pode ser tão grande quanto 273 bilhões de barris, mas o número mais alto só tem uma certeza estatística de dez por cento," disse Jones
De acordo com um estudo publicado semana passada por Cleveland Jones e Hernane Chaves, do Instituto Nacional de Óleo e Gás da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), o polígono do pré-sal do Brasil pode conter quatro vezes mais do que os 30 bilhões a 40 bilhões de barris que já foram descobertos; "Em tese, o total que ainda não foi descoberto de recursos recuperáveis no polígono do pré-sal pode ser tão grande quanto 273 bilhões de barris, mas o número mais alto só tem uma certeza estatística de dez por cento," disse Jones (Foto: Roberta Namour)


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RIO DE JANEIRO (Reuters) - O polígono do pré-sal do Brasil, uma área marítima que já resultou em algumas das maiores descobertas recentes de petróleo, pode conter ainda óleo e gás não descobertos suficientes para suprir as atuais necessidades do mundo por mais de cinco anos, disseram pesquisadores.

O polígono, que cobre a maior parte das bacias marítimas sedimentares de Campos e Santos, contém ao menos 176 bilhões de barris de recursos não descobertos e recuperáveis de petróleo e gás natural (barris de óleo equivalente), de acordo com um estudo publicado semana passada por Cleveland Jones e Hernane Chaves, do Instituto Nacional de Óleo e Gás da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Isso é quatro vezes mais do que os 30 bilhões a 40 bilhões de barris que já foram descobertos na área.

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"Essa é uma estimativa conservadora, com uma alta probabilidade de se tornar verdade, 90 por cento, na verdade. Em tese, o total que ainda não foi descoberto de recursos recuperáveis no polígono do pré-sal pode ser tão grande quanto 273 bilhões de barris, mas o número mais alto só tem uma certeza estatística de dez por cento," disse Jones.

A estimativa do INOG é a única grande avaliação do potencial do polígono do pré-sal.

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A estimativa de 2015 é 54 por cento maior que a de 2010, feita pelo INOG, que variava de 114 a 288 barris de óleo equivalente.

A pesquisa coloca a probabilidade de uma estimativa mais baixa, de 90 por cento, e a previsão mais alta, de dez por cento. Ao contrário de outros países democráticos produtores de petróleo como os Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha e Noruega, a agência reguladora de petróleo do governo (ANP) não publica estimativas de potenciais recursos marítimos do Brasil.

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"O Brasil tem sido descuidado por não tornar esses números públicos", disse John Forman, um ex-diretor da ANP. Ele adicionou que a estimativa do INOG é a única estimativa pública confiável que está disponível e que usa métodos aceitáveis pela indústria.

(Por Jeb Blount)

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