Por Previdência, Meirelles ameaça cortar emendas parlamentares

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a reforma da Previdência precisa ser aprovada para evitar mais cortes de gastos, incluindo para emendas parlamentares, claro sinal aos deputados que resistem em apoiar o projeto; "Isso (não aprovação da reforma) vai evidentemente restringir de uma forma gravíssima investimentos em educação, em segurança, saúde etc. E emendas parlamentares também", afirmou ; governo Michel Temer tem usado com força a máquina pública para tentar garantir votos favoráveis suficientes à reforma da Previdência, inclusive liberando mais recursos a parlamentares

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a reforma da Previdência precisa ser aprovada para evitar mais cortes de gastos, incluindo para emendas parlamentares, claro sinal aos deputados que resistem em apoiar o projeto; "Isso (não aprovação da reforma) vai evidentemente restringir de uma forma gravíssima investimentos em educação, em segurança, saúde etc. E emendas parlamentares também", afirmou ; governo Michel Temer tem usado com força a máquina pública para tentar garantir votos favoráveis suficientes à reforma da Previdência, inclusive liberando mais recursos a parlamentares
Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que a reforma da Previdência precisa ser aprovada para evitar mais cortes de gastos, incluindo para emendas parlamentares, claro sinal aos deputados que resistem em apoiar o projeto; "Isso (não aprovação da reforma) vai evidentemente restringir de uma forma gravíssima investimentos em educação, em segurança, saúde etc. E emendas parlamentares também", afirmou ; governo Michel Temer tem usado com força a máquina pública para tentar garantir votos favoráveis suficientes à reforma da Previdência, inclusive liberando mais recursos a parlamentares (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quinta-feira que a reforma da Previdência precisa ser aprovada para evitar que o governo tenha de fazer mais cortes de gastos, incluindo para emendas parlamentares, claro sinal à ala do Congresso Nacional que resiste a dar apoio à matéria.

"Isso (não aprovação da reforma) vai evidentemente restringir de uma forma gravíssima investimentos em educação, em segurança, saúde etc. E emendas parlamentares também", afirmou ele a jornalistas.

O governo do presidente Michel Temer tem usado com força a máquina pública para tentar garantir votos favoráveis suficientes à reforma da Previdência, inclusive liberando mais recursos a parlamentares. Mas não tem tido sucesso na empreitada, após usar recentemente boa parte de sua rede política para barrar denúncias contra ele no Congresso Nacional.

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Meirelles votou a afirmar que o governo continuava trabalhando para que a reforma seja aprovado na próxima semana na Câmara dos Deputados, mas que, se isso não ocorrer, esperava que a votação acontecesse no início de 2018.

Na véspera, o Palácio do Planalto, a equipe econômica e seus principais interlocutores no Congresso precisaram montar uma operação de redução de danos para tentar mostrar que ainda não havia definição sobre a votação da reforma da Previdência, após o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), ter dito no final da tarde que a apreciação da proposta vai ficar para fevereiro de 2018.

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Os mercados financeiros têm reagido com pessimismo a esse cenário, com o dólar em alta e encostando no patamar de 3,35 reais e bolsa de valores em queda.

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