Pochmann: redução de tarifas aduaneiras é o fim da indústria brasileira
"Fim da indústria brasileira. No apagar das luzes do seu desgoverno, Temer fez aprovar, na Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que desaparece no governo Bosonaro, a redução das tarifas aduaneiras de 14% para 4%, em 4 anos", afirmou o economista Márcio Pochmann
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247 - O economista Márcio Pochmann criticou a intenção do governo Michel Temer de reduzir de 14% para 4% as alíquotas das tarifas de importação de bens de capital, informática e telecomunicações.
"Fim da indústria brasileira. No apagar das luzes do seu desgoverno, Temer fez aprovar, na Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que desaparece no governo Bosonaro, a redução das tarifas aduaneiras de 14% para 4%, em 4 anos", escreveu o estudioso no Twitter. "Diante do avanço da instabilidade econômica internacional, Temer e sua equipe de fracasso econômico 'dos sonhos do mercado financeiro', sustentam-se no legado dos governo do PT, pois para segurar a desvalorização do real, desfazem-se rapidamente das reservas internacionais", acrescentou.
O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, confirmou ao jornal O Estado de S.Paulo a redução das alíquotas, aprovada pela Câmara de Comércio Exterior (Camex).
Para entrar em vigor a medida ainda terá de ser referendada na próxima reunião da Camex, já sob o comando do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.
Na avaliação de Guardia, a ideia do governo Bolsonaro é reduzir custos, principalmente para as indústrias.
Fim da indústria brasileira. No apagar das luzes do seu desgoverno, Temer fez aprovar, na Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, que desaparece no governo Bosonaro, a redução das tarifas aduaneiras de 14% para 4%, em 4 anos.
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 30 de dezembro de 2018
Diante do avanço da instabilidade econômica internacional, Temer e sua equipe de fracasso econômico "dos sonhos do mercado financeiro", sustentam-se no legado dos governo do PT, pois para segurar a desvalorização do real, desfazem-se rapidamente das reservas internacionais.
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 30 de dezembro de 2018continua após o anúncio
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