Pochmann: governo Bolsonaro asfixia o financiamento público
O economista Márcio Pochmann diz no Twitter que, "frente à dificuldade de aprovar a deforma da previdência no Congresso Nacional, o governo Bolsonaro parte para a destruição direta, asfixiando o financiamento público com o projeto de desoneração da folha de pagamento que reduz recursos para aposentadoria, sistema S, educação etc"
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247 - O economista Márcio Pochmann diz no Twitter que, "frente à dificuldade de aprovar a deforma da previdência no Congresso Nacional, o governo Bolsonaro parte para a destruição direta, asfixiando o financiamento público com o projeto de desoneração da folha de pagamento que reduz recursos para aposentadoria, sistema S, educação etc".
"Experiência de ajuste fiscal pelo lado do corte de gasto público no governo neoliberal de Macri resultou em redução na receita fiscal. A cada redução de 1% na despesa pública não financeira, a receita fiscal caiu 0,7% entre 2015 e 2018. Equipe de Bolsonaro vai no mesmo sentido", afirma.
"Assim como a proposição de deforma da previdência social de Bolsonaro é mais drástica do que a de Temer, a economia estagnada atual pode entrar na UTI com as medidas contracionistas do governo federal agravadas pelas restritivas ações dos governadores de elevar impostos (ICMS)".
Frente à dificuldade de aprovar a deforma da previdência no Congresso Nacional, o governo Bolsonaro parte para a destruição direta, asfixiando o financiamento público com o projeto de desoneração da folha de pagamento que reduz recursos para aposentadoria, sistema S, educação etc
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 10 de janeiro de 2019
Experiência de ajuste fiscal pelo lado do corte de gasto público no governo neoliberal de Macri resultou em redução na receita fiscal. A cada redução de 1%
na despesa pública não financeira, a receita fiscal caiu 0,7% entre 2015 e 2018. Equipe de Bolsonaro vai no mesmo sentido.— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 10 de janeiro de 2019continua após o anúncio
Assim como a proposição de deforma da previdência social de Bolsonaro é mais drástica do que a de Temer, a economia estagnada atual pode entrar na UTI com as medidas contracionistas do governo federal agravadas pelas restritivas ações dos governadores de elevar impostos (ICMS).
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 10 de janeiro de 2019
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