Pochmann critica: Para Bolsonaro, antes de construir é preciso destruir
O economista Márcio Pochmann também afirmou que, "sem encontrar saídas para os brasileiros, a agenda atual traz mais problemas aos que o país já têm. Trata-se da destruição, destruidora, sem criação"
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247 - "Governo Bolsonaro define que antes de construir, é preciso destruir", critica o economista Márcio Pochmann no Twitter. "Sem encontrar saídas para os brasileiros, a agenda atual traz mais problemas aos que o país já têm. Trata-se da destruição, destruidora, sem criação".
"Governo Bolsonaro dobrou a restrição fiscal desde que assumiu, na crença de elevar a confiança dos empresários para investir (ilusão da contração fiscal expansionista). Na prática, o governo reduziu o nível de consumo na economia, levando à recessão e à piora nas contas públicas", afirmou.
O estudioso também repudiou o bloqueio de verba na Educação. "Entre as razões do corte nas universidades federais, encontra-se o fato de 70,2% dos seus estudantes pertencerem a domicílios cuja renda mensal per capita alcança no máximo até 1,5 salário mínimo e + de 51% serem negros. A elite da casa grande não suporta a ascensão dos de baixo".
Governo Bolsonaro define que antes de construir, é preciso destruir. Sem encontrar saídas para os brasileiros, a agenda atual traz mais problemas aos que o país já têm. Trata-se da destruição, destruidora, sem criação.
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 17 de maio de 2019
Governo Bolsonaro dobrou a restrição fiscal desde que assumiu, na crença de elevar a confiança dos empresários para investir (ilusão da contração fiscal expansionista). Na prática, o governo reduziu o nível de consumo na economia, levando à recessão e à piora nas contas públicas.
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 17 de maio de 2019continua após o anúncio
Entre as razões do corte nas universidades federais, encontra-se o fato de 70,2% dos seus estudantes pertencerem a domicílios cuja renda mensal per capita alcança no máximo até 1,5 salário mínimo e + de 51% serem negros. A elite da casa grande não suporta a ascensão dos de baixo.
— Marcio Pochmann (@MarcioPochmann) 17 de maio de 2019
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