PML: faltou dever de casa no terror da inflação

Em novo artigo, o colunista Paulo Moreira Leite argumenta que, há pelo menos quatro meses, já eram nítidos os sinais de que a inflação voltaria à meta, como vinha defendendo o ministro da Fazenda, Guido Mantega; pressão por juros maiores, segundo ele, teve apenas efeitos nefastos; "interessada em criar um apocalipse econômico na véspera da eleição, a oposição e seus aliados colocaram o governo contra a parede", diz ele, afirmando que o resultado foi crescimento menor

Em novo artigo, o colunista Paulo Moreira Leite argumenta que, há pelo menos quatro meses, já eram nítidos os sinais de que a inflação voltaria à meta, como vinha defendendo o ministro da Fazenda, Guido Mantega; pressão por juros maiores, segundo ele, teve apenas efeitos nefastos; "interessada em criar um apocalipse econômico na véspera da eleição, a oposição e seus aliados colocaram o governo contra a parede", diz ele, afirmando que o resultado foi crescimento menor
Em novo artigo, o colunista Paulo Moreira Leite argumenta que, há pelo menos quatro meses, já eram nítidos os sinais de que a inflação voltaria à meta, como vinha defendendo o ministro da Fazenda, Guido Mantega; pressão por juros maiores, segundo ele, teve apenas efeitos nefastos; "interessada em criar um apocalipse econômico na véspera da eleição, a oposição e seus aliados colocaram o governo contra a parede", diz ele, afirmando que o resultado foi crescimento menor (Foto: Realle Palazzo-Martini)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - O colunista Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, argumenta que aos críticos da política econômica, que fizeram terrorismo em relação à inflação, faltou "dever de casa". 

"Há quatro meses, quem ousasse dizer que a inflação apresentava uma tendencia de queda seria submetido a um corredor polonês pelos críticos do governo. Se fosse economista, seria definido como aparelhado pelo PT. Jornalista, seria chamado de chapa branca. Pois a inflação está em queda desde então e, em julho, atingiu a marca anual de 6,50%, contra 6,52% no mês anterior. Milagre? Nem um pouco", diz ele.

Os efeitos da gritaria, no entanto, foram nefastos. "A inflação não subiu, mas o consumo se retraiu e o crescimento foi afetado. O consumo foi dificultado pelos juros nas alturas".

continua após o anúncio

Leia a íntegra em seu blog (www.paulomoreiraleite.com).

 

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247