Planalto cobra de ministros defesa da política fiscal

Cúpula de Dilma Rousseff e demais conselheiros políticos, incluindo o ex-presidente Lula, defendem que é preciso evitar que o noticiário negativo contamine a expectativa de futuro do eleitor; a ordem é que ministros como Guido Mantega, da Fazenda, e Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, redobrem declarações de ações empenhadas para reduzir despesas e atenuar preocupações do mercado; recentemente, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, declarou a que a política fiscal brasileira está "sob ataque especulativo" da imprensa 

Presidenta Dilma Rousseff, participa da Cerimônia de Anúncio do PAC Equipamentos – Programa de  Compras Governamentais  
Presidenta Dilma Rousseff, participa da Cerimônia de Anúncio do PAC Equipamentos – Programa de Compras Governamentais   (Foto: Roberta Namour)


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247 – A presidente Dilma Rousseff determinou que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e o ministro da Fazendo, Guido Mantega, redobrem a defesa da política fiscal, após críticas sobre o superávit primário.

A meta ajustada de superávit primário do setor público consolidado deste ano --de 2,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB)-- não deve ser cumprida. Em setembro, o resultado veio muito pior que o esperado, com déficit recorde de 9 bilhões de reais.

A cúpula do governo e demais conselheiros políticos, incluindo o ex-presidente Lula, defende que é preciso evitar que o noticiário negativo contamine a expectativa de futuro do eleitor.

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Mantega já veio a público para tentar atenuar as preocupações com as contas públicas do país ao afirmar que o governo já estuda reduzir despesas com o pagamento de seguro-desemprego e o abono salarial que, neste ano, devem somar pouco menos de 50 bilhões de reais.

O ministro argumentou que o resultado de setembro veio de despesas extraordinárias que não se repetirão nos próximos meses, e defendeu que as grandes despesas como o pagamento da folha, juros e despesas com aposentadoria "estão sob controle".

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"É para elas que estamos olhando. As grandes despesas estão sob controle", reiterou Mantega.

O secretário do Tesouro, Arno Augustin, também declarou ao jornal "Estado de S. Paulo" que a política fiscal brasileira está "sob ataque especulativo", atribuindo à imprensa esse ataque.

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