PIB da zona do euro no 1º tri decepciona

Agência de Estatísticas da União Europeia estimou que a economia dos 18 países que compartilham o euro se expandiu em apenas 0,2 por cento na comparação com os três meses anteriores, ante expectativa de expansão de 0,4 por cento; resultado mais fraco do que o esperado amplia a pressão sobre o Banco Central Europeu para afrouxar mais a política monetária visando a reduzir os riscos de deflação em uma economia que quase não cresce

Agência de Estatísticas da União Europeia estimou que a economia dos 18 países que compartilham o euro se expandiu em apenas 0,2 por cento na comparação com os três meses anteriores, ante expectativa de expansão de 0,4 por cento; resultado mais fraco do que o esperado amplia a pressão sobre o Banco Central Europeu para afrouxar mais a política monetária visando a reduzir os riscos de deflação em uma economia que quase não cresce
Agência de Estatísticas da União Europeia estimou que a economia dos 18 países que compartilham o euro se expandiu em apenas 0,2 por cento na comparação com os três meses anteriores, ante expectativa de expansão de 0,4 por cento; resultado mais fraco do que o esperado amplia a pressão sobre o Banco Central Europeu para afrouxar mais a política monetária visando a reduzir os riscos de deflação em uma economia que quase não cresce (Foto: Roberta Namour)


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BRUXELAS (Reuters) - O crescimento econômico da zona do euro foi muito mais fraco do que o esperado no primeiro trimestre e a inflação permaneceu na "zona de perigo" abaixo de 1 por cento em abril apesar de uma modesta aceleração, mostraram dados nesta quinta-feira.

A Agência de Estatísticas da União Europeia estimou que a economia dos 18 países que compartilham o euro se expandiu em apenas 0,2 por cento no primeiro trimestre na comparação com os três meses anteriores, ante expectativa de economistas de expansão de 0,4 por cento.

O resultado mais fraco do que o esperado amplia a pressão sobre o Banco Central Europeu para afrouxar mais a política monetária visando a reduzir os riscos de deflação em uma economia que quase não cresce.

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Separadamente, a Eurostat confirmou que a inflação acelerou em abril para 0,7 por cento na comparação anual, ante 0,5 por cento em março. Mas ela permanece no que o BCE chama de "zona de perigo" abaixo de 1 por cento, e bem abaixo da meta do BCE de perto mas abaixo de 2 por cento.

Na comparação mensal, os preços avançaram 0,2 por cento em abril, com o núcleo da inflação --que exclui energia e alimentos não processados--subindo 0,2 por cento.

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(Reportagem de Martin Santa e Jan Strupczewski)

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