PF investiga fraude em financiamentos da Caixa

A Polícia Federal lançou uma operação nesta terça-feira para desarticular uma quadrilha suspeita de fraudar financiamentos imobiliários da Caixa Econômica Federal, provocando prejuízo estimado em 100 milhões de reais; a operação da PF, com participação de 133 agentes federais, tem como objetivo cumprir 34 mandados de condução coercitiva e 31 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais

A Polícia Federal lançou uma operação nesta terça-feira para desarticular uma quadrilha suspeita de fraudar financiamentos imobiliários da Caixa Econômica Federal, provocando prejuízo estimado em 100 milhões de reais; a operação da PF, com participação de 133 agentes federais, tem como objetivo cumprir 34 mandados de condução coercitiva e 31 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais
A Polícia Federal lançou uma operação nesta terça-feira para desarticular uma quadrilha suspeita de fraudar financiamentos imobiliários da Caixa Econômica Federal, provocando prejuízo estimado em 100 milhões de reais; a operação da PF, com participação de 133 agentes federais, tem como objetivo cumprir 34 mandados de condução coercitiva e 31 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais (Foto: Paulo Emílio)


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Reuters - A Polícia Federal lançou uma operação nesta terça-feira para desarticular uma quadrilha suspeita de fraudar financiamentos imobiliários da Caixa Econômica Federal, provocando prejuízo estimado em 100 milhões de reais.

A operação da PF, com participação de 133 agentes federais, tem como objetivo cumprir 34 mandados de condução coercitiva e 31 mandados de busca e apreensão nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Além disso, há 10 pedidos de afastamento de empregados públicos e bloqueios de contas correntes.

"Os membros da organização, com a ajuda de empregados da própria CEF, inclusive gerentes regionais, facilitavam o recebimento de valores de contratos de até 1 milhão de reais, aceitando documentos falsos e liberando os valores sem as devidas garantias", disse a PF em nota oficial sobre a operação, entitulada Dolos.

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Segundo a polícia, a maior parte dos imóveis utilizados no esquema de fraude estaria na Região dos Lagos fluminense, alguns dos quais receberam sobrevalorização de 1 mil por cento do valor de mercado. Também há contratos de imóveis que nem existem.

Os investigados serão indiciados, de acordo com suas participações, por associação criminosa, falsificação de selo ou sinais públicos, falsificação de documentos públicos, estelionato, peculato, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de capitais, informou a PF.

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