Jean Paul Prates: “Petrobrás sempre foi blue chip, mesmo com controle estatal”
Senador do PT explicou à TV 247 a lógica por trás das ações da empresa. “O acionista estava comprando a segurança de ser sócio do governo brasileiro, do maior sistema de logística, distribuição e infraestrutura de petróleo do Brasil”. Assista
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247 - Em meio à reação negativa do mercado financeiro ao anúncio de que Joaquim Silva e Luna deve ser o novo presidente da Petrobrás, o senador Jean Paul Prates (PT-RN), em entrevista à TV 247, explicou a lógica por trás das ações da empresa.
Prates disse que as ações da Petrobrás sempre foram seguras, gerando retorno certo.
“Se não me engano, as ações da Petrobrás são negociadas desde 1957. Nos anos 1970, na bolsa de valores do Rio e de São Paulo, a Petrobrás sempre foi blue chip, que são aquelas ações que o pai compra para o filho, conservadoras, que nunca vão virar pó. A Eletrobras era a mesma coisa, assim com a Vale, Caraíba Metais, Votorantim. Essas ações eram as blue chip brasileiras, e a Petrobrás era a primeira delas”, disse.
Para o senador, as vantagens de possuir ações da companhia se devem ao fato de o Estado brasileiro ter o papel central: “O acionista estava comprando a segurança de ser sócio do governo brasileiro, do maior sistema de logística, distribuição e infraestrutura de petróleo do Brasil, construído, já amortizado e operado de forma excelente com a tecnologia e técnica premiada pelo mundo inteiro”.
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