Petrobras quer vender 8 refinarias, reduzir fatia na BR e negociar postos no Uruguai
Novas diretrizes para a gestão do portfólio de ativos da companhia foi aprovada pelo Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira 26; juntas, as refinarias somam capacidade total de 1,1 milhão de barris por dia; governo Bolsonaro vem colocando em prática seu plano de privatização, apesar de negá-lo
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RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira novas diretrizes para a gestão do portfólio de ativos da companhia, considerando a venda de oito refinarias, de sua rede de postos no Uruguai e de participação adicional na BR Distribuidora, segundo fato relevante ao mercado.
Os ativos de refino incluídos neste programa de desinvestimento são: Refinaria Abreu e Lima (RNEST), Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), Refinaria Landulpho Alves (RLAM), Refinaria Gabriel Passos (REGAP), Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), Refinaria Isaac Sabbá (REMAN) e Lubrificantes e Derivados de Petróleo do Nordeste (LUBNOR), segundo a Petrobras.
Juntas, as refinarias somam capacidade total de 1,1 milhão de barris por dia.
Mais cedo, a Reuters publicou que o Conselho da Petrobras havia aprovado uma revisão do plano de negócios, que prevê estudos para venda de refinarias e privatização da BR Distribuidora, reduzindo a participação da estatal na companhia dos atuais 71,25 para até 40 por cento, segundo duas fontes a par das negociações.
Por Marta Nogueira
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