Petrobras nega plano para separar ativos

Em nota encaminhada ao 247, a empresa comandada por Graça Foster nega que a presidente da estatal tenha cogitado "tirar as reservas do pré-sal do balanço da Companhia, porque não tem conseguido explorá-las, passando tais ativos para uma nova empresa, que também seria controlada pelo governo federal"

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247 - A Petrobras negou por meio de nota, nesta terça-feira 5, que a presidente da estatal, Maria das Graças Foster esteja analisando um plano para salvar a empresa, em referência à reportagem do 247 Graça recebe plano para salvar a Petrobras. Segundo a nota, "não é verdadeira a informação de que a Petrobras cogitou tirar as reservas do pré-sal do balanço da Companhia, porque 'não tem conseguido explorá-las' passando tais ativos 'para uma nova empresa, que também seria controlada pelo governo federal'. A matéria publicada no 247 não informa que Graça Foster tivesse cogitado executar tal plano. Apenas informa que ela recebeu a sugestão de investidores.

Leia a íntegra da nota abaixo:

Em relação ao post "Exclusivo: Graça recebe plano para salvar a Petrobras", publicado no dia 04/03, pelo Blog Brasil 247, a Companhia esclarece que não procede tal informação. Também não é verdadeira a informação de que a Petrobras cogitou tirar as reservas do pré-sal do balanço da Companhia, porque "não tem conseguido explorá-las" passando tais ativos "para uma nova empresa, que também seria controlada pelo governo federal."

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A empresa nega que tal plano esteja em análise pela presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, conforme publicado.

A Petrobras produz comercialmente no pré-sal desde 2010 e atingiu a marca de 300 mil barris de petróleo por dia em fevereiro desse ano, recorde de produção nos campos dessa província.  Até 2020, o pré-sal deve corresponder a mais de 40% da produção de petróleo no Brasil, que será de 4 milhões 200 mil barris por dia (bpd). A cessão onerosa (pré-sal) terá participação de 19% na produção em 2020, de acordo com o Plano de Negócios e Gestão 2012-2016.

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Sobre o grau de endividamento, a Petrobras esclarece que ao longo dos últimos anos, o aumento do endividamento veio acompanhado da redução do seu custo de captação  e da melhora da avaliação de risco por parte das agências de rating. A Companhia não enfrenta problemas de caixa, cujo saldo ultrapassa atualmente R$ 40 bilhões.

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