Petrobras garante lucro no primeiro trimestre

Sob o comando de Aldemir Bendine, a estatal deve encerrar o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 2,72 bilhões, resultado 49,5% menor em comparação aos três primeiros meses do ano passado, impactado pelo declínio do preço do petróleo; segundo projeções de cinco bancos de investimento, o impacto deve ser compensado em parte pelos ganhos da área de abastecimento com a redução dos custos na importação de combustíveis e com a manutenção dos preços internos do diesel e gasolina

Sob o comando de Aldemir Bendine, a estatal deve encerrar o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 2,72 bilhões, resultado 49,5% menor em comparação aos três primeiros meses do ano passado, impactado pelo declínio do preço do petróleo; segundo projeções de cinco bancos de investimento, o impacto deve ser compensado em parte pelos ganhos da área de abastecimento com a redução dos custos na importação de combustíveis e com a manutenção dos preços internos do diesel e gasolina
Sob o comando de Aldemir Bendine, a estatal deve encerrar o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 2,72 bilhões, resultado 49,5% menor em comparação aos três primeiros meses do ano passado, impactado pelo declínio do preço do petróleo; segundo projeções de cinco bancos de investimento, o impacto deve ser compensado em parte pelos ganhos da área de abastecimento com a redução dos custos na importação de combustíveis e com a manutenção dos preços internos do diesel e gasolina (Foto: Roberta Namour)


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247 – A Petrobras deve encerrar o primeiro trimestre deste ano com um lucro líquido de R$ 2,72 bilhões, resultado 49,5% menor em comparação aos três primeiros meses do ano passado. A exemplo da indústria petrolífera internacional, o desempenho da estatal deve ser afetado pelo declínio do preço do petróleo.

Segundo projeções de cinco bancos de investimento consultados pelo Valor, o impacto da queda de 50% do preço do barril no primeiro trimestre, na comparação anual, e de 28% frente ao quarto trimestre de 2014, contudo, deve ser compensado em parte pelos ganhos da área de abastecimento com a redução dos custos na importação de combustíveis e com a manutenção dos preços internos do diesel e gasolina.

De acordo com análise do Bradesco, Crédit Suisse, Deutsche Bank, Grupo Bursátil Mexicano e Goldman Sachs, o faturamento deve recuar 4,7%, para R$ 77,73 bilhões, e apresentar um crescimento de 23% no Ebitda, para R$ 17,64 bilhões, na mesma base de comparação (leia mais).

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