Petrobras explica destruição de áudios de reuniões do Conselho
“Trata-se de previsão contida no Regimento Interno do conselho, comprovadamente desde 1968, e mantida nas diversas revisões realizadas até hoje, com destaque à revisão aprovada pelo Conselho de Administração em 28/06/2002, quando todos os documentos de governança, entre eles o Regimento Interno do conselho, foram adequados à reforma da Lei das S.A. e a projeto de ingresso no Nível 2 da Bolsa de Valores de São Paulo”, informa a nota divulgada pela companhia
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“Trata-se de previsão contida no Regimento Interno do conselho, comprovadamente desde 1968, e mantida nas diversas revisões realizadas até hoje, com destaque à revisão aprovada pelo Conselho de Administração em 28/06/2002, quando todos os documentos de governança, entre eles o Regimento Interno do conselho, foram adequados à reforma da Lei das S.A. e a projeto de ingresso no Nível 2 da Bolsa de Valores de São Paulo”, informa a nota.
O esclarecimento é uma resposta a recentes matérias divulgadas na imprensa sobre a destruição dos registros de áudio de reuniões do Conselho de Administração da companhia.
A nota explica ainda que, a partir do início das investigações dos escritórios externos independentes contratados em outubro de 2014, a companhia, por orientação dos escritórios, preservou os áudios das reuniões do Conselho de Administração ainda existentes. “Essa medida permitiu que a companhia mantivesse preservados os áudios das reuniões de setembro de 2014 até os dias atuais”, acrescenta a nota.
O comunicado acrescenta que não há que se falar em nenhum tipo de expediente para destruição de áudios das reuniões do Conselho de Administração com outra finalidade que não seja o cumprimento da norma prevista no Regimento Interno do Conselho. “A Petrobras reitera que vem colaborando efetivamente com todos os trabalhos de investigação em curso, sejam no âmbito judicial, parlamentar ou de órgãos de controle”, garante a empresa.
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