Petrobras diz que diretor na Bolívia está em prisão domiciliar
Petrobras informou que o chefe de suas operações na Bolívia está em prisão domiciliar devido a uma disputa envolvendo um pagamento junto a um fornecedor local; por meio de nota, a Petrobras disse que a disputa envolve US$ 2,5 milhões, de um total de US$ 9,5 milhões em um contrato para a prestação de serviços ao bloco de petróleo San Antonio; fornecedora Vialco SRL afirma que a Petrobras deve à companhia mais de US$ 2,5 milhões, enquanto a estatal alega que o débito já foi quitado
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Reuters - A estatal Petrobras disse que o chefe de suas operações na Bolívia está em prisão domiciliar devido a uma disputa envolvendo um pagamento junto a um fornecedor local.
A petroleira afirmou em nota que a disputa envolve 2,5 milhões de dólares, de um total de 9,5 milhões de dólares em um contrato para a prestação de serviços ao bloco de petróleo San Antonio.
Um advogado da fornecedora, Vialco SRL, disse ao jornal boliviano El Deber que a Petrobras deve à companhia mais de 2,5 milhões de dólares, enquanto a Petrobras disse que a empresa já foi completamente paga.
A Petrobras tem sido atingida por um enorme escândalo de corrupção e pelos baixos preços do petróleo nos últimos anos, o que levou a companhia a iniciar uma reestruturação que passa pela venda de ativos para reduzir sua enorme dívida.
A petroleira disse que seu "representante legal" na Bolívia está em prisão domiciliar em Santa Cruz desde 22 de março, e um tribunal local negou um pedido para prendê-lo em 2 de maio. A mídia local disse que o representante legal é o diretor da Petrobras na Bolívia, Marcos Antunes.
A Reuters não conseguiu contato imediatamente com a Vialco SRL ou seu advogado. A Petrobras disse estar confiante de que a prisão será derrubada em breve.
(Por Guillermo Parra-Bernal em São Paulo e Daniel Ramos em La Paz
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