Petrobras deve assumir perda de até R$ 6 bilhões

Sob o comando de Aldemir Bendine, Petrobras estima que as perdas com o esquema de corrupção da Lava Jato ficarão entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões; valor se refere a 3% de contratos e aditivos feitos com empresas citadas no caso - percentual mais alto de propina relatado nas delações premiadas; a conta tem o propósito de ser conservadora para sinalizar que a companhia não está disposta a esconder prejuízos; mercado reagiu ontem positivamente à perspectiva de apresentação do balanço e as ações da estatal dispararam com alta de 9%

Sob o comando de Aldemir Bendine, Petrobras estima que as perdas com o esquema de corrupção da Lava Jato ficarão entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões; valor se refere a 3% de contratos e aditivos feitos com empresas citadas no caso - percentual mais alto de propina relatado nas delações premiadas; a conta tem o propósito de ser conservadora para sinalizar que a companhia não está disposta a esconder prejuízos; mercado reagiu ontem positivamente à perspectiva de apresentação do balanço e as ações da estatal dispararam com alta de 9%
Sob o comando de Aldemir Bendine, Petrobras estima que as perdas com o esquema de corrupção da Lava Jato ficarão entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões; valor se refere a 3% de contratos e aditivos feitos com empresas citadas no caso - percentual mais alto de propina relatado nas delações premiadas; a conta tem o propósito de ser conservadora para sinalizar que a companhia não está disposta a esconder prejuízos; mercado reagiu ontem positivamente à perspectiva de apresentação do balanço e as ações da estatal dispararam com alta de 9% (Foto: Roberta Namour)


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247 – O mercado reagiu positivamente à perspectiva de apresentação do balanço da Petrobras no dia 17 de abril, pelo presidente Aldemir Bendine. As ações da estatal dispararam nesta quinta-feira, com alta de 9%.

A companhia estima que as perdas com o esquema de corrupção da Lava Jato ficarão entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões. Segundo reportagem de Natuza Nery, o valor se refere a 3% de contratos e aditivos feitos com empresas citadas no esquema - percentual mais alto de propina relatado nas delações premiadas.

A conta tem o propósito de ser conservadora para sinalizar ao mercado que a empresa não está disposta a esconder prejuízos.

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"A Petrobras está de pé, a Petrobras limpou o que tinha de limpar, tirou aqueles que tinha de tirar lá de dentro, que se aproveitaram de suas posições para enriquecer os seus próprios bolsos. A Petrobras continua de pé", disse a presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira.

Também ontem, o ex-diretor Paulo Roberto Costa mudou a versão que apresentou em seu acordo de delação e agora diz que as obras da Petrobras investigadas na Operação Lava Jato não eram superfaturadas. Em depoimento como delator em 2 de setembro do ano passado, Costa dizia que "empresas fixavam em suas propostas uma margem de sobrepreço de cerca de 3% em média, a fim de gerarem um excedente de recursos a serem repassados aos políticos". Agora, diz que os preços seguiam os parâmetros da estatal e o percentual das obras que era desviado para partidos, entre 1% e 3% do valor do contrato, "eram retirados da margem de lucro das empresas" (leia mais).

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