Perdas no comércio chegam a R$ 3,1 bi em seis estados, aponta CNC

Esse é o balanço divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) após oito dias de paralisação dos caminhoneiros, considerandos impactos em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Distrito Federal; os ramos de combustíveis e supermercados respondem por 47% do volume anual de vendas do varejo brasileiro, de acordo com a CNC

São Paulo SP 29 05 2018 Posto na avenida Rio Branco centro da capital Paulista filas com todo o tipo de reservatorios perigosos para transportes de combustivel inflamavel Foto Paulo Pinto Fotos Publicas
São Paulo SP 29 05 2018 Posto na avenida Rio Branco centro da capital Paulista filas com todo o tipo de reservatorios perigosos para transportes de combustivel inflamavel Foto Paulo Pinto Fotos Publicas (Foto: Gisele Federicce)


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Por Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil - Levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgado nesta terça-feria (29) aponta perdas de R$ 3,1 bilhões após os oito dias de paralisação dos caminhoneiros, considerandos os impactos em seis unidades da federação: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Distrito Federal.

Do total contabilizado até 28 de maio, R$ 1,42 bilhão se refere a perda nas vendas de combustíveis e lubrificantes. Soma-se ainda R$ 1,73 bilhão relativos à restrição da oferta de produtos hortifrutigranjeiros no ramo de hiper, supermercados e minimercados, em razão dos bloqueis das estradas.

De acordo com a CNC, os ramos de combustíveis e supermercados respondem por 47% do volume anual de vendas do varejo brasileiro. Os seis estados avaliados na pesquisa são responsáveis por 56% da receita dos dois segmentos, em nível nacional.

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Segundo os cálculos da entidade, o prejuízo registrado durante o bloqueio do transporte de cargas representam 4,6% no faturamento mensal do setor supermercadista e 12,7% do faturamento médio mensal no segmento de combustíveis nas regiões avaliadas.

Com as perdas registradas pelos dois mais relevantes ramos do varejo, a CNC revisou sua expectativa do volume de vendas em 2018 de +5,4% para +4,7%.

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