Paulo Guedes quer reinstalar a política de arrocho salarial

O economista Paulo Guedes, futuro ministro da fazenda e líder da equipe econômica, reiterou sua intenção de adiar o reajuste dos servidores públicos, previsto para 2019, para 2020; a política de arrocho salarial visa também restringir aumentos nos anos seguintes do mandato; a ideia é conceder "nada além" do que a legislação obriga; a equipe de transição de Bolsonaro articula neste momento a aprovação da medida provisória (MP) que adia o reajuste

Paulo Guedes quer reinstalar a política de arrocho salarial
Paulo Guedes quer reinstalar a política de arrocho salarial (Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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247 - O economista Paulo Guedes, futuro ministro da fazenda e líder da equipe econômica, reiterou sua intenção de adiar o reajuste dos servidores públicos, previsto para 2019, para 2020.  A política de arrocho salarial visa também restringir aumentos nos anos seguintes do mandato. A ideia é conceder "nada além" do que a legislação obriga. A equipe de transição de Bolsonaro articula neste momento a aprovação da medida provisória (MP) que adia o reajuste.

A reportagem do portal UOL destaca que "um integrante da equipe de transição de Bolsonaro informou que os salários de categorias mais elevadas são altos e há espaço para a contenção de gastos nessa rubrica orçamentária. A prioridade zero da equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, é 'cortar, cortar, cortar' as despesas, disse a fonte. Para acelerar o ajuste, o time da transição avança na elaboração de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com instrumentos para desamarrar o Orçamento das diversas vinculações. O governo só pode dispor livremente de 7,1% das despesas previstas no Orçamento de 2019, o primeiro do próximo presidente".

A matéria ainda informa que "a equipe de Bolsonaro também conta como aliados os gatilhos que podem ser acionados em caso de descumprimento do teto de gastos. A emenda constitucional que criou o limitador de despesas prevê uma série de ações a serem adotadas, como a proibição de reajuste salarial, criação de cargos e concessão de novas renúncias".

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