Paulo Guedes ameaça tirar dinheiro da saúde e da educação

Em seu discurso de posse como ministro da Economia, Paulo Guedes disse que, se a reforma da Previdência não for feita, terá de acabar com a vinculação orçamentária, o que significa acabar com a garantia de um gasto mínimo para áreas como educação e saúde; a medida é uma mudança da Constituição e, se for adotada, precisará ser aprovada no Congresso; "A hora é agora de enfrentar o problema fiscal", disse

Paulo Guedes ameaça tirar dinheiro da saúde e da educação
Paulo Guedes ameaça tirar dinheiro da saúde e da educação (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)


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BRASÍLIA (Reuters) - O novo ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira que o governo vai encaminhar ao Congresso uma proposta de reforma da Constituição para acabar com todas as vinculações e indexações de gastos, caso a reforma da Previdência não seja aprovada.

Em seu discurso na cerimônia de transmissão de cargo, Guedes fez um histórico sobre o problema fiscal brasileiro e disse que se a reforma da Previdência for aprovada nos próximos meses, o Brasil terá 10 anos de crescimento pela frente.

"A hora é agora de enfrentar o problema fiscal", disse Guedes, ressaltando que o primeiro e maior gasto público é com a Previdência.

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"Se for bem sucedido (desafio da Previdência), temos 10 anos de crescimento pela frente, se não for, temos sugestões também...você desindexa, desvincula e desobriga todas as despesas e receitas da União", disse.

Por Marcela Ayres

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