Parente usou Petrobras para garantir seu futuro na BRF

Para o editor do Cafezinho, Miguel do Rosário, "o nível de irresponsabilidade de Pedro Parente, ao anunciar abruptamente sua demissão, no meio do pregão (...) é condizente com o motivo pelo qual ele teria tomado a decisão"; Parente foi eleito, recentemente, presidente do Conselho de Administração da BRF, uma das maiores empresas do mundo do ramo de alimento e teria usado sua influência sobre fundos de pensão para garantir sua proeminência na BRF, destaca

Pedro Parente
Pedro Parente (Foto: Paulo Emílio)


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Miguel do Rosário, no CafezinhoO nível de irresponsabilidade de Pedro Parente, ao anunciar abruptamente sua demissão, no meio do pregão, como se não importasse com as consequências que a notícia poderia causar à empresa que ele presidia, é condizente com o motivo pelo qual ele teria tomado a decisão.

Parente foi eleito, recentemente, presidente do Conselho de Administração da BRF, uma das maiores empresas do mundo do ramo de alimentos. Essa nova "função" estaria em conflito com seu cargo de presidente da Petrobras, por inúmeras razões, e a qualquer momento poderia ser contestada judicialmente.

Segundo fontes do blog mencionado abaixo, Pedro Parente teria usado sua influência sobre fundos de pensão para garantir sua proeminência na BRF.

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Leia a matéria abaixo.

No Bem Blogado

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Antes de cair, Parente armou sua ponte para o futuro

1 de junho de 2018

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A grande imprensa tem jogado todas as fichas na queda de Parente da Petrobras em razão da greve dos caminhoneiros, mas um empresário afirmou ao blog que o executivo já estava armando uma rede elástica bem confortável para quando caísse da Petrobras.

A fonte do Bem Blogado ressaltou que Parente foi eleito recentemente presidente do Conselho de Administração da BRF, a gigante de alimentos que congrega a Sadia e a Perdigão, na qual os fundos de pensão Petros (Petrobras) e Previ (Banco do Brasil) abocanham 20% de participação.

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De acordo com o empresário, a eleição de Parente estaria em contradição ao estatuto da Petrobras, que exige dedicação exclusiva e só permite atuação em conselhos externos mediante aprovação do Conselho de Administração da companhia.

Quando Parente foi eleito, o então CEO da BRF, José Drumond, pediu demissão. O cargo, que deveria ser preenchido rapidamente, está sendo ocupado por um interino, o que sugere que a vaga está reservada para Parente, suposição já aventada na chamada grande imprensa.

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O empresário lembra ainda que, recentemente, foi feita uma assembleia geral de acionistas elevando a remuneração dos cargos dos administradores da BRF.

A fonte encerra com a seguinte declaração: "Pedro Parente usou a presidência da Petrobras e a consequente influência sobre os fundos de pensão Petros e Previ para garantir seu cargo na BRF. Já tinha planejado duas saídas para um cargo privado e muito bem remunerado. A greve dos caminhoneiros só precipitou tudo."

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