Parente troca privatização por "cocontrole" na Petrobras

Em sua primeira entrevista, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirma que a privatização da empresa ainda é um dogma, mas defende o controle compartilhado com empresas privadas em várias áreas: “Vemos valor nas parcerias. Reduzem riscos, a necessidade de aporte de capital, trazem tecnologias e cultura diferentes. A grande discussão que se coloca neste momento: controle ou cocontrole (controle compartilhado)?”; ele também fez críticas à política de conteúdo nacional e defendeu a abertura do pré-sal a empresas estrangeiras: "O modelo de partilha é o menos favorável para as empresas. Mas isso é questão de política de governo"

Em sua primeira entrevista, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirma que a privatização da empresa ainda é um dogma, mas defende o controle compartilhado com empresas privadas em várias áreas: “Vemos valor nas parcerias. Reduzem riscos, a necessidade de aporte de capital, trazem tecnologias e cultura diferentes. A grande discussão que se coloca neste momento: controle ou cocontrole (controle compartilhado)?”; ele também fez críticas à política de conteúdo nacional e defendeu a abertura do pré-sal a empresas estrangeiras: "O modelo de partilha é o menos favorável para as empresas. Mas isso é questão de política de governo"
Em sua primeira entrevista, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirma que a privatização da empresa ainda é um dogma, mas defende o controle compartilhado com empresas privadas em várias áreas: “Vemos valor nas parcerias. Reduzem riscos, a necessidade de aporte de capital, trazem tecnologias e cultura diferentes. A grande discussão que se coloca neste momento: controle ou cocontrole (controle compartilhado)?”; ele também fez críticas à política de conteúdo nacional e defendeu a abertura do pré-sal a empresas estrangeiras: "O modelo de partilha é o menos favorável para as empresas. Mas isso é questão de política de governo" (Foto: Roberta Namour)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - Em sua primeira entrevista, o novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, falou da venda de ativos da estatal e admitiu estudar o controle compartilhado com o setor privado de algumas subsidiárias, como a BR Distribuidora ou a Transpetro - embora se afirme contra a privatização da estatal. "Não acho que a sociedade brasileira esteja madura para sequer discutir, isto sim é dogma, a privatização da Petrobras."

“Vemos valor nas parcerias. Reduzem riscos, a necessidade de aporte de capital, trazem tecnologias e cultura diferentes. A grande discussão que se coloca neste momento: controle ou cocontrole (controle compartilhado)?”, afirmou ele, em entrevista à “Folha de S. Paulo”, lembrando que isso será feito obedecendo a três condições: maximizar o valor dos ativos, preservar a empresa verticalizada e manter os seus interesses estratégicos.

Ele também fez críticas à política de conteúdo nacional e defendeu a abertura do pré-sal a empresas estrangeiras: "O modelo de partilha é o menos favorável para as empresas. Mas isso é questão de política de governo."

continua após o anúncio

Sobre a Lava Jato, afirmou que os diretores envolvidos no petrolão "foram escolhidos com a intencionalidade" de praticar crimes e apontou que uma das razões da crise da estatal foi "fazer deliberadamente a escolha desses desonestos para liderar a empresa" – leia aqui.

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247