Parente já prepara nova entrega de lotes do pré-sal a estrangeiros

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, não perde tempo e já prepara uma nova entrega de lotes do pré-sal a estrangeiros; ele agora negocia a venda de uma das áreas mais cobiçadas do pré-sal, próxima aos megacampos de Lula e Sapinhoá, para o grupo francês Total; transação deve incluir também duas usinas térmicas e o aluguel de um terminal de gaseificação na Bahia; em seu "feirão", Parente já se desfez de empresas na Argentina e no Chile, ativos de distribuição e transporte de gás, a distribuidora Liquigás e o campo de Carcará; também estão à venda a participação da Petrobras na petroquímica Braskem –onde é sócia da Odebrecht–, em refinarias de petróleo e em unidades de produção de etanol, entre outros empreendimentos

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, não perde tempo e já prepara uma nova entrega de lotes do pré-sal a estrangeiros; ele agora negocia a venda de uma das áreas mais cobiçadas do pré-sal, próxima aos megacampos de Lula e Sapinhoá, para o grupo francês Total; transação deve incluir também duas usinas térmicas e o aluguel de um terminal de gaseificação na Bahia; em seu "feirão", Parente já se desfez de empresas na Argentina e no Chile, ativos de distribuição e transporte de gás, a distribuidora Liquigás e o campo de Carcará; também estão à venda a participação da Petrobras na petroquímica Braskem –onde é sócia da Odebrecht–, em refinarias de petróleo e em unidades de produção de etanol, entre outros empreendimentos
O presidente da Petrobras, Pedro Parente, não perde tempo e já prepara uma nova entrega de lotes do pré-sal a estrangeiros; ele agora negocia a venda de uma das áreas mais cobiçadas do pré-sal, próxima aos megacampos de Lula e Sapinhoá, para o grupo francês Total; transação deve incluir também duas usinas térmicas e o aluguel de um terminal de gaseificação na Bahia; em seu "feirão", Parente já se desfez de empresas na Argentina e no Chile, ativos de distribuição e transporte de gás, a distribuidora Liquigás e o campo de Carcará; também estão à venda a participação da Petrobras na petroquímica Braskem –onde é sócia da Odebrecht–, em refinarias de petróleo e em unidades de produção de etanol, entre outros empreendimentos (Foto: Giuliana Miranda)


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247 - O presidente da Petrobras, Pedro Parente, não perde tempo e já prepara uma nova entrega de lotes do pré-sal a estrangeiros. Agora, ele negocia a venda de uma das áreas mais cobiçadas do pré-sal, próxima aos megacampos de Lula e Sapinhoá, para o grupo francês Total. Transação deve incluir também duas usinas térmicas e o aluguel de um terminal de gaseificação na Bahia. Em seu "feirão", Parente já se desfez de empresas na Argentina e no Chile, ativos de distribuição e transporte de gás, a distribuidora Liquigás e o campo de Carcará. Também estão à venda a participação da Petrobras na petroquímica Braskem –onde é sócia da Odebrecht–, em refinarias de petróleo e em unidades de produção de etanol, entre outros empreendimentos.

As informações são da Folha de S.Paulo.

"O objetivo é concluir a operação ainda neste ano, colaborando para a Petrobras obter US$ 15,1 bilhões com a venda de ativos até dezembro. Esses recursos serão utilizados para reduzir o nível de endividamento da estatal.

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Os campos em negociação com a Total ficam nos blocos BMS-9 e BMS-11 na Bacia de Santos –região considerada a jóia da coroa do pré-sal por incluir os dois maiores campos em produção no país.

Lula e Sapinhoá não vão entrar no negócio, mas a infraestrutura montada nesses campos para escoamento de gás natural pode ser compartilhada, reduzindo os custos de novos investimentos.

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Além disso, a operação na área permite usar em conjunto recursos como logística de transporte de suprimentos e pessoal para as plataformas.

Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo), Lula é o campo com maior produção do país, com 639,7 milhões de barris por dia, seguido por Sapinhoá, com 264 milhões de barris por dia.

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Podem entrar no pacote dos franceses os campos de Iara, Berbigão, Sururu e Oeste de Atapu (situados no bloco BMS-11, onde está Lula) e também o campo Lapa (no BMS-9, vizinho a Sapinhoá).

A expectativa é que haja disputa entre a Total e a Shell pelos campos que estão no bloco BMS-11. A Shell e a portuguesa Galp já são sócias da Petrobras nesse bloco, com 25% e 10% de participação, respectivamente. Como sócias, tem direito de preferência e poderiam cobrir a proposta feita pela Total."

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