Parente aumenta seu gás de cozinha em 7%

Petrobras reajustou em 6,9%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (GLP P-13); reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h deste sábado (5) e, de acordo com a estatal, acompanha a política de preços divulgada no dia 7 de junho deste ano; ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos

Petrobras reajustou em 6,9%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (GLP P-13); reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h deste sábado (5) e, de acordo com a estatal, acompanha a política de preços divulgada no dia 7 de junho deste ano; ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos
Petrobras reajustou em 6,9%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (GLP P-13); reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h deste sábado (5) e, de acordo com a estatal, acompanha a política de preços divulgada no dia 7 de junho deste ano; ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos (Foto: Charles Nisz)


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247 - A Petrobras anunciou nesta sexta (4) aumento de 6,9% no preço do gás de cozinha. Os novos preços entram em vigor à 0h deste sábado (5). Segundo estimativas da empresa, se o repasse for integral, o preço ao consumidor subirá, em média, 2,2% (ou cerca de R$ 1,29 por botijão).

Em junho, a Petrobras anunciou nova política de preços para o gás de botijão, que passou a ter ajustes mensais de acordo com a variação das cotações internacionais e do câmbio. Na ocasião, o preço foi elevado em 6,7%. Em julho, houve corte de 4,5%. A política segue recomendação do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) de 2005, que determina preços mais baixos para o gás vendido em botijões de 13 quilos.

O presidente do Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), Sérgio Bandeira de Mello, disse que, após os últimos ajustes, ampliou-se a diferença entre os preços do gás para indústria e comércio e o de uso doméstico: o industrial está 60% mais caro. "Isso desestimula o investimento em infraestrutura e penaliza o consumidor industrial, que já está sofrendo com a crise econômica", afirmou

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