Para Levy, governadores têm ampliado defesa dos interesses do país
Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, elogiou os governadores ao afirmar que eles têm defendido os interesses do país com frequência cada vez maior; "Temos vistos crescentemente os próprios governadores se articulando para a defesa de interesses federativos muitas vezes com implicações bastante importantes", disse; afirmação está ligada ao apoio da maioria dos governadores em torno da recriação da CPMF, uma vez que parte do imposto, caso aprovado pelo Congresso, será repasssado aos cofres estaduais
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Reuters - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse nesta segunda-feira que os governadores têm defendido os interesses do país com frequência cada vez maior, em meio ao cenário marcado pela busca da reforma do ICMS e proposta do governo federal de recriação da CPMF.
"Temos vistos crescentemente os próprios governadores se articulando para a defesa de interesses federativos muitas vezes com implicações bastante importantes", disse o ministro em mensagem transmitida por vídeo no seminário "Cooperação intergovernamental em matéria fiscal: reflexões para o aperfeiçoamento do federalismo fiscal no Brasil", em Brasília.
A fim de conferir maior dinamismo à combalida economia brasileira, Levy vem defendendo a realização da reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviço (ICMS).
A mudança a ser discutida no Senado Federal visa a eliminar incertezas em torno da complexa legislação do tributo e que vem travando investimentos no país.
Em outra ponta de ação, na semana passada o governo propôs a recriação da CPMF com alíquota de 0,2 por cento para ajudar a cobrir o rombo fiscal do país e sinalizar aos agentes econômicos compromisso com meta de superávit primário de 0,7 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016. [nL1N11K2G4]
A proposta, que esbarrou em forte resistência do Congresso Nacional, foi bem recebida por alguns governadores, que propõem elevação da alíquota para 0,38 por cento para que as receitas arrecadadas sejam partilhada entre os Estados. [nL1N11M2PS]
(Reportagem de Luciana Otoni)
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247