Para Copom, gasolina deve subir 5% este ano

Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a projeção de reajuste do combustível - a mesma de agosto; no início do ano, o governo autorizou aumento de 6,6% da gasolina nas refinarias; reajuste solicitado pela Petrobras foi de 13% para todo o ano

Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a projeção de reajuste do combustível - a mesma de agosto; no início do ano, o governo autorizou aumento de 6,6% da gasolina nas refinarias; reajuste solicitado pela Petrobras foi de 13% para todo o ano
Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a projeção de reajuste do combustível - a mesma de agosto; no início do ano, o governo autorizou aumento de 6,6% da gasolina nas refinarias; reajuste solicitado pela Petrobras foi de 13% para todo o ano (Foto: Gisele Federicce)


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Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

Brasília - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve a projeção de reajuste da gasolina, para o consumidor, em 5% este ano. A projeção, divulgada hoje (17) na ata da última reunião do comitê, é a mesma de agosto.

No último dia 10, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reforçou que o governo não tinha definido se haveria reajuste no preço da gasolina em 2013. "Não sei nem se terá", respondeu o ministro a jornalistas, ao ser perguntado se o aumento poderia chegar a 6%, para completar o percentual solicitado pela Petrobras.

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No início do ano, o governo autorizou aumento de 6,6% da gasolina nas refinarias, para alinhar o preço do combustível ao mercado internacional. O reajuste solicitado pela Petrobras foi 13% para todo o ano.

Na ata, o Copom também manteve a projeção de recuo de aproximadamente 16% na tarifa residencial de eletricidade. O comitê explica que essa estimativa leva em conta os impactos diretos das reduções de encargos setoriais anunciadas pelo governo, bem como reajustes e revisões tarifárias ordinários programados para este ano.

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Também foram mantidas as estimativas para o aumento do preço do botijão de gás e para a redução na tarifa de telefonia fixa de, respectivamente, 2,5% e 1%.

Para o conjunto de preços administrados por contratos e monitorados, este ano, a projeção recuou para 1,5%, 0,3 ponto percentual menor que a estimativa de agosto. Para 2014, a projeção segue em 4,5%.

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Edição: Talita Cavalcante

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