Pais do Real ameaçam deixar o PSDB. O motivo: a corrupção de Aécio e Temer

Em carta aberta ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), quatro economistas ligados ao PSDB, Edmar Bacha, Elena Landau, Gustavo Franco e Luiz Roberto Cunha, ameaçaram deixar o ninho tucano e pediram a refundação do partido; segundo eles, que contribuíram com o governo FHC, os tucanos hoje se mostram incapazes "de se dissociar de um governo manchado pela corrupção institucionalizada"; a opção preferencial do PSDB pela corrupção foi feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que decidiu apostar tudo na aliança com Michel Temer por não ter mais nada a perder; ambos são os protagonistas das delações da JBS e se tornaram os políticos mais rejeitados do País – Aécio com 90% e Temer com 94%

Em carta aberta ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), quatro economistas ligados ao PSDB, Edmar Bacha, Elena Landau, Gustavo Franco e Luiz Roberto Cunha, ameaçaram deixar o ninho tucano e pediram a refundação do partido; segundo eles, que contribuíram com o governo FHC, os tucanos hoje se mostram incapazes "de se dissociar de um governo manchado pela corrupção institucionalizada"; a opção preferencial do PSDB pela corrupção foi feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que decidiu apostar tudo na aliança com Michel Temer por não ter mais nada a perder; ambos são os protagonistas das delações da JBS e se tornaram os políticos mais rejeitados do País – Aécio com 90% e Temer com 94%
Em carta aberta ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), quatro economistas ligados ao PSDB, Edmar Bacha, Elena Landau, Gustavo Franco e Luiz Roberto Cunha, ameaçaram deixar o ninho tucano e pediram a refundação do partido; segundo eles, que contribuíram com o governo FHC, os tucanos hoje se mostram incapazes "de se dissociar de um governo manchado pela corrupção institucionalizada"; a opção preferencial do PSDB pela corrupção foi feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que decidiu apostar tudo na aliança com Michel Temer por não ter mais nada a perder; ambos são os protagonistas das delações da JBS e se tornaram os políticos mais rejeitados do País – Aécio com 90% e Temer com 94% (Foto: Leonardo Attuch)


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247 – Em carta aberta ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), quatro economistas ligados ao PSDB, Edmar Bacha, Elena Landau, Gustavo Franco e Luiz Roberto Cunha, ameaçaram deixar o ninho tucano e pediram a refundação do partido.

Segundo eles, que contribuíram com o governo FHC, os tucanos hoje se mostram incapazes "de se dissociar de um governo manchado pela corrupção institucionalizada".

A opção preferencial do PSDB pela corrupção foi feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que decidiu apostar tudo na aliança com Michel Temer por não ter mais nada a perder. A ambos são os protagonistas das delações da JBS e se tornaram os políticos mais rejeitados do País – Aécio com 90% e Temer com 94%.

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Leia, abaixo, a carta aberta dos tucanos, publicada no blog da jornalista Lydia Medeiros:

Rio de Janeiro, 27 de julho de 2017

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Senador Tasso Jereissati

Diretório Nacional do PSDB

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Brasília, DF

Caro Senador,

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Depois de longas conversas, entre desligarmo-nos do PSDB e escrever-lhe esta carta, decidimo-nos por este último curso de ação, autorizando-o desde já a compartilhar seu conteúdo com quem julgar de direito. A opção de nos desligar do PSDB pareceu-nos no momento precipitada tendo em vista sua sábia decisão de marcar uma convenção do partido para o próximo mês de agosto.

Continuamos a acreditar nos ideais que levaram à fundação do PSDB, que eram os de dissociar-se, em nome da ética, do PMDB controlado por Orestes Quercia; e construir um partido socialdemocrata comprometido com a justiça social, a ideia de uma economia de mercado governada pela livre iniciativa, a estabilidade da moeda, a responsabilidade fiscal e a integração do Brasil ao mundo desenvolvido. O PSDB estabeleceu sua identidade a partir dessas pautas econômicas nas quais os signatários empenharam seu trabalho e suas energias e com as quais o governo de Fernando Henrique Cardoso deixou inestimável contribuição para a prosperidade do país.

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Não vemos no horizonte político brasileiro outro partido com igual força para se contrapor ao enorme risco que, mantido o atual governo, o país enfrentará nas eleições presidenciais de 2018. Trata-se da possibilidade da eleição de um radical populista, de esquerda ou de direita, que arruinaria com as perspectivas econômicas e talvez mesmo com a democracia no país.

Infelizmente, incapaz até agora de se dissociar de um governo manchado pela corrupção institucionalizada que herdou do PT, o PSDB tem optado por deixar vazio o centro político ético de que o país tanto precisa. Como afiliados com alguma responsabilidade pelas opções técnicas do partido, esperamos com esta carta poder influir para mudar essa orientação.

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Fica nosso apelo para que, na convenção de agosto, sob sua liderança o PSDB – reafirmando seu apoio à equipe econômica e mantendo-se à frente das reformas no Legislativo - decida (i) renovar sua direção, (ii) entregar os ministérios que têm no governo, e (iii) refundar-se programática e eticamente.

O Brasil precisa ter de volta o PSDB de André Franco Montoro, José Richa e Mario Covas - conduzindo as reformas necessárias para o Brasil enfrentar os desafios do século XXI. Confiamos em você para liderar esse movimento.

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Cordialmente,

Edmar Bacha, Elena Landau, Gustavo Franco e Luiz Roberto Cunha

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