OGX, de Eike, pedirá falência em um mês; calote é de 3,6 bi de dólares

A informação é da agência Bloomberg; caso o pedido se confirme, a OGX dará o calote em 3,6 bilhões de dólares em títulos emitidos com vencimento para 2018 e 2022, configurando-se como o maior default de dívida de uma empresa da América Latina; na semana passada, a empresa deveria pagar 45 milhões de dólares em juros aos detentores dos títulos, mas não honrou o compromisso

A informação é da agência Bloomberg; caso o pedido se confirme, a OGX dará o calote em 3,6 bilhões de dólares em títulos emitidos com vencimento para 2018 e 2022, configurando-se como o maior default de dívida de uma empresa da América Latina; na semana passada, a empresa deveria pagar 45 milhões de dólares em juros aos detentores dos títulos, mas não honrou o compromisso
A informação é da agência Bloomberg; caso o pedido se confirme, a OGX dará o calote em 3,6 bilhões de dólares em títulos emitidos com vencimento para 2018 e 2022, configurando-se como o maior default de dívida de uma empresa da América Latina; na semana passada, a empresa deveria pagar 45 milhões de dólares em juros aos detentores dos títulos, mas não honrou o compromisso (Foto: Valter Lima)


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247 – A OGX, empresa de exploração de petróleo do ex-bilionário Eike Batista, já trabalha com a possibilidade de pedir falência. Concretizado, o calote será de 3,6 bilhões de dólares em títulos. Segundo fontes ouvidas pela agência Bloomberg, a empresa estuda a possibilidade de fazer o pedido dentro de um mês, no Rio de Janeiro, onde a empresa está sediada.

A alternativa que vinha sendo considerada pelo mercado até o momento era a de recuperação judicial, que ocorre quando uma empresa busca proteção judiciária para reestruturar sua dívida com credores e continuar operando. Já no caso de falência, todos os ativos da empresa são liquidados.

Caso o pedido se confirme, a OGX dará o calote em 3,6 bilhões de dólares em títulos emitidos com vencimento para 2018 e 2022, configurando-se como o maior default de dívida de uma empresa da América Latina. Na semana passada, a empresa deveria pagar 45 milhões de dólares em juros aos detentores dos títulos, mas não honrou o compromisso.

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Os campos de exploração da OGX se mostraram sobreavaliados. Primeiro, Tubarão Azul, que era o principal deles, deixará de produzir em 2014 e será devolvido ao Estado, devido à sua baixa capacidade de exploração. Na semana passada, o campo de Tubarão Martelo também desapontou: sua capacidade, atualmente, é de um terço da estimativa inicial.

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