OCDE pede que governos aumentem os gastos

Presa em uma "armadilha de baixo crescimento", a economia mundial vai caminhar em seu ritmo mais lento desde a crise financeira pelo segundo ano consecutivo em 2016, projetou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quarta-feira; com empresas cuidadosas em investir e consumidores cautelosos com os gastos, a economia global irá crescer somente 3% neste ano, estimou; para o Brasil, a OCDE passou a ver contração de 4,3% neste ano, piorando a estimativa anterior, de queda de 4,0%

Presa em uma "armadilha de baixo crescimento", a economia mundial vai caminhar em seu ritmo mais lento desde a crise financeira pelo segundo ano consecutivo em 2016, projetou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quarta-feira; com empresas cuidadosas em investir e consumidores cautelosos com os gastos, a economia global irá crescer somente 3% neste ano, estimou; para o Brasil, a OCDE passou a ver contração de 4,3% neste ano, piorando a estimativa anterior, de queda de 4,0%
Presa em uma "armadilha de baixo crescimento", a economia mundial vai caminhar em seu ritmo mais lento desde a crise financeira pelo segundo ano consecutivo em 2016, projetou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quarta-feira; com empresas cuidadosas em investir e consumidores cautelosos com os gastos, a economia global irá crescer somente 3% neste ano, estimou; para o Brasil, a OCDE passou a ver contração de 4,3% neste ano, piorando a estimativa anterior, de queda de 4,0% (Foto: Gisele Federicce)


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Por Leigh Thomas

PARIS (Reuters) - Presa em uma "armadilha de baixo crescimento", a economia mundial vai caminhar em seu ritmo mais lento desde a crise financeira pelo segundo ano consecutivo em 2016, projetou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quarta-feira, pedindo aos governos que aumentem os gastos.

Com empresas cuidadosas em investir e consumidores cautelosos com os gastos, a economia global irá crescer somente 3 por cento neste ano, estimou a OCDE.

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A estimativa não que é melhor que a do ano passado, que já foi o pior desde 2009, embora o crescimento vá acelerar de forma modesta para 3,3 por cento no ano que vem, estimou a OCDE em sua Perspectiva Econômica.

Para o Brasil, a OCDE passou a ver contração de 4,3 por cento neste ano, piorando a estimativa anterior de queda de 4,0 por cento. Para 2017, a piora foi ainda maior, esperando contração de 1,7 por cento, sobre estabilidade no levantamento anterior.

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O crescimento mundial neste nível priva jovens de oportunidades de emprego e significa que pessoas idosas não irão obter os benefícios de saúde e de previdência esperados, disse a economista-chefe da OCDE, Catherine Mann, à Reuters.

"Estamos quebrando promessas para jovens e idosos. Logo, formuladores de políticas precisam agir para quebrar a armadilha de baixo crescimento", disse Catherine em entrevista.

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Com países da OCDE crescendo em média metade do potencial estimado, levaria 70 anos para dobrar os padrões de vida, o dobro da taxa de duas décadas atrás.

Catherine alertou ainda contra contar somente com bancos centrais para liderar o retorno à taxas de crescimento mais altas.

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