OCDE defende reformas para retomada de crescimento

Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) defendeu a necessidade de implantação de uma série de reformas estruturais para retomar o crescimento mundial "lento"; "Num contexto de perspectivas econômicas moderadas, há uma boa argumentação para dar prioridade às reformas que, além de estimularem o emprego e a produtividade, possam apoiar melhor a atividade [econômica] a curto prazo", apontou a instituição em um relatório

Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) defendeu a necessidade de implantação de uma série de reformas estruturais para retomar o crescimento mundial "lento"; "Num contexto de perspectivas econômicas moderadas, há uma boa argumentação para dar prioridade às reformas que, além de estimularem o emprego e a produtividade, possam apoiar melhor a atividade [econômica] a curto prazo", apontou a instituição em um relatório
Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) defendeu a necessidade de implantação de uma série de reformas estruturais para retomar o crescimento mundial "lento"; "Num contexto de perspectivas econômicas moderadas, há uma boa argumentação para dar prioridade às reformas que, além de estimularem o emprego e a produtividade, possam apoiar melhor a atividade [econômica] a curto prazo", apontou a instituição em um relatório (Foto: Paulo Emílio)


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Agência Lusa - A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) apela à aplicação de reformas estruturais para retomar o crescimento mundial "lento", num relatório apresentado hoje (26) em Xangai durante a reunião dos responsáveis pelas Finanças do G20.

"Num contexto de perspetivas econômicas moderadas, há uma boa argumentação para dar prioridade às reformas que, além de estimularem o emprego e a produtividade, possam apoiar melhor a atividade [econômica] a curto prazo", indicou a organização.

Para a OCDE, não basta aumentar "os investimentos em infraestruturas públicas" para relançar a economia. A entidade defende a redução dos obstáculos para a entrada nos setores de "serviços com menos procura" e alterações nos direitos relacionados a benefícios de saúde e pensões e também nas políticas de habitação e nos programas de procura de emprego.

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A organização destacou também que, para que as reformas estruturais deem resultados no curto prazo, há que resolver as "disfunções pendentes do setor financeiro".

Na Europa, a organização defende uma maior sincronização das reformas na zona euro que "contribuam igualmente para reduzir os custos de transição e permitam maior margem de manobra às autoridades monetárias".

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