Occhi descarta privatização da Caixa: "Nunca pensamos nisso"

"Muito se fala que se vai privatizar a Caixa. Está fora de qualquer escopo. Não tem esse trabalho, esse discurso, essa diretriz. Nem do governo nem da Caixa", afirmou o presidente do banco, Gilberto Occhi; o executivo do banco também nega abertura de capital; "Nunca avaliamos isso. A Caixa teve um período muito difícil, há uns 15 anos, e teve apoio do governo. O banco é importante dentro das políticas de governo. Se fosse tão simples assim, já teria sido feito"

"Muito se fala que se vai privatizar a Caixa. Está fora de qualquer escopo. Não tem esse trabalho, esse discurso, essa diretriz. Nem do governo nem da Caixa", afirmou o presidente do banco, Gilberto Occhi; o executivo do banco também nega abertura de capital; "Nunca avaliamos isso. A Caixa teve um período muito difícil, há uns 15 anos, e teve apoio do governo. O banco é importante dentro das políticas de governo. Se fosse tão simples assim, já teria sido feito"
"Muito se fala que se vai privatizar a Caixa. Está fora de qualquer escopo. Não tem esse trabalho, esse discurso, essa diretriz. Nem do governo nem da Caixa", afirmou o presidente do banco, Gilberto Occhi; o executivo do banco também nega abertura de capital; "Nunca avaliamos isso. A Caixa teve um período muito difícil, há uns 15 anos, e teve apoio do governo. O banco é importante dentro das políticas de governo. Se fosse tão simples assim, já teria sido feito" (Foto: José Barbacena)


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247 - O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, descarta qualquer tipo de privatização do banco. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, Occhi afirma que essa hipótese nunca foi cogitada pelo governo de Michel Temer. "Muito se fala que se vai privatizar a Caixa. Está fora de qualquer escopo. Não tem esse trabalho, esse discurso, essa diretriz. Nem do governo nem da Caixa".

Occhi observa que a afirmação da presidente Dilma Rousseff em 2014 de que a Caixa teria ações na Bolsa foi uma espécie de mal entendido. "Eu estava no governo. Não era essa a intenção. Talvez tenha ocorrido um erro de comunicação. Por isso, corrigiram para a Caixa Seguridade, área que tinha condição de ser feita, já tínhamos mudado".

O executivo do banco descarta a abertura de capital. "Nunca avaliamos isso. A Caixa teve um período muito difícil, há uns 15 anos, e teve apoio do governo. O banco é importante dentro das políticas de governo. Se fosse tão simples assim, já teria sido feito. A Caixa tem característica que a diferencia dos outros bancos, que é a carteira de governo, a prestação de serviços".

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A possibilidade de uma fusão entre Caixa e Banco do Brasil também negada por Gilberto Occhi. "Nunca teve orientação nesse sentido. Não sei de onde saiu essa informação e qual o motivo. Posso afirmar que, em nenhum momento, nem o presidente nem o ministro Henrique Meirelles trataram dessa assunto comigo".

Occhi também falou ao Estadão sobre a projeção do crédito para o ano. "A estimativa do banco está entre 7% e 10%. A projeção inicial era 8%, mas a avaliação é que vai ficar em 7,5%. Não depende apenas do banco. É preciso trabalhar a questão da inadimplência, da qualidade do crédito, da diversificação da carteira olhando as oportunidades".

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