OAB diz que proposta de Meirelles é ‘mais do mesmo’

Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, vê com desconfiança a sinalização do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre a eventual volta da CPMF; "Imposto no Brasil nunca foi temporário e a sociedade brasileira não pode novamente pagar a conta dos desgovernos", disse o presidente da OAB; "Esse tipo de política é mais do mesmo e não atende às necessidades de mudança para o Brasil sair da crise", completou

Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, vê com desconfiança a sinalização do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre a eventual volta da CPMF; "Imposto no Brasil nunca foi temporário e a sociedade brasileira não pode novamente pagar a conta dos desgovernos", disse o presidente da OAB; "Esse tipo de política é mais do mesmo e não atende às necessidades de mudança para o Brasil sair da crise", completou
Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, vê com desconfiança a sinalização do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre a eventual volta da CPMF; "Imposto no Brasil nunca foi temporário e a sociedade brasileira não pode novamente pagar a conta dos desgovernos", disse o presidente da OAB; "Esse tipo de política é mais do mesmo e não atende às necessidades de mudança para o Brasil sair da crise", completou (Foto: Aquiles Lins)


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247 - Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Claudio Lamachia, vê com desconfiança a sinalização do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sobre a eventual volta da CPMF.

Lamachia disse nessa sexta-feira, 13, que a OAB 'vê com preocupação e desapontamento a afirmação do novo ministro da Fazenda favorável ao aumento da carga tributária e criação de imposto, mesmo que de forma temporária'. "Imposto no Brasil nunca foi temporário e a sociedade brasileira não pode novamente pagar a conta dos desgovernos", disse o presidente da Ordem.

"Esse tipo de política é mais do mesmo e não atende às necessidades de mudança para o Brasil sair da crise. A sociedade não suporta mais a absurda carga de impostos. O novo governo deve usar da gestão eficiente, com as fontes de arrecadação e os impostos já existentes", afirmou o presidente nacional da entidade.

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Segundo Claudio Lamachia, uma país que tem mais de 100 mil cargos em comissão não pode pensar em penalizar a sociedade com aumento da carga tributária "sem antes cortar gastos desnecessários."

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