O sequestro
Esta é a nova estratégia de Obama: levar a luta para as ruas, pressionar e culpar os republicanos. E até agora tem funcionado
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A segunda semana de fevereiro foi cheia de eventos; a renúncia do Papa, um ato sem precedentes na história, o discurso para apresentar o Estado da União nos EUA, a compra pela Comcast do restante da NBC, que ainda pertencia à GE, a compra da Heinz por Warren Buffet e 3G, a fusão da American Airlines com a US Airways.
Enquanto isto tudo acontecia no mundo, o Brasil comemorava o Carnaval e como sempre o país estava parado. Os brasileiros que não gostam de samba estavam na praia, esquiando em Aspen, ou fazendo compras em Nova Iorque. Finalmente, na mesma semana, um meteoro atingiu a Rússia, e deixou mais de 1000 feridos, evento raríssimo.
O discurso de Obama não teve nada de novo. Mais uma vez ele apresentou sua agenda: imigração, controle de armas, orçamento, energia, aquecimento global, educação. Entretanto, Obama propôs o aumento do salario mínimo dos atuais 7,50 por hora para 9,00 por hora até 2015.
O efeito seria negativo nas indústrias que empregam salario mínimo, mas positivo em termos de aumento de renda. Mais importante, Obama propôs a indexação (sem usar esta palavra) do salario mínimo ao custo de vida. Depois do discurso, Obama participou de um conference call com milhares de pessoas que o apoiam e reafirmou as mesmas teses e pediu ajuda para pressionar o Congresso.
Como eu já havia dito em carta anterior, esta é a nova estratégia de Obama, levar a luta para as ruas, pressionar e culpar os republicanos. E até agora tem funcionado.
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