Nova equipe econômica mede gastos e calcula meta fiscal
Joaquim Levy, futuro ministro da Fazenda, e Nelson Barbosa, que assumirá o Desenvolvimento, passaram os últimos dias estudando a contabilidade do governo a fim de definir – e melhorar – o resultado fiscal
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247 – A dupla Joaquim Levy e Nelson Barbosa, futuros ministros da Fazenda e do Planejamento, passou as últimas duas semanas debruçada sobre a contabilidade do governo, a fim de ter melhor ideia do cenário para calcular com precisão a nova meta fiscal, mostra reportagem do jornal O Estado de S. Paulo neste domingo 28 (leia aqui).
Já é dado como certo pela nova equipe econômica, que toma posse no dia 1º de janeiro, que os índices de preço vão primeiro piorar antes de melhorar. A palavra repetida com frequência na transição, segundo a matéria, é "racionalidade". Levy anunciou em seu discurso de posse um superávit primário de 1,2% do PIB em 2015 e de ao menos 2% em 2016 e 2017.
Foi confirmada uma grande dependência do setor elétrico dos recursos do Tesouro Nacional e constatado que será preciso corrigir os desequilíbrios nas tarifas. A Caixa Econômica, enfraquecida com o ritmo acelerado da concessão de empréstimos, foi outro problema identificado na transição.
O tamanho do ajuste só será definido em 2015, mas especula-se que ele pode chegar a R$ 100 bilhões, sendo R$ 65 bilhões em contenção de despesas. Outra razão para o número ainda não ser exato é o fato de o Congresso Nacional não ter aprovado o Orçamento de 2015, com base no qual será definido o contingenciamento de gastos.
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