Nobel de Economia condena modelo Temer e defende alta de impostos

Vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2016, por suas colaborações à teoria dos contratos, o britânico Oliver Hart diz que é "cético em uma privatização motivada pela necessidade de caixa" do governo de Michel Temer, como no caso da Eletrobrás; ele defende a elevação de impostos (e não o corte de gastos dos governo) como principal medida para redução de déficit fiscal, o que, admite, não é uma "posição popular"; "o principal argumento para privatizar deve ser que a empresa pode funcionar de forma mais eficiente. O ruim é que a empresa pode não funcionar para atender ao interesse público e usar seu poder de monopólio para aumentar preços, assumindo que essa é uma empresa enorme", diz Hart

Vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2016, por suas colaborações à teoria dos contratos, o britânico Oliver Hart diz que é "cético em uma privatização motivada pela necessidade de caixa" do governo de Michel Temer, como no caso da Eletrobrás; ele defende a elevação de impostos (e não o corte de gastos dos governo) como principal medida para redução de déficit fiscal, o que, admite, não é uma "posição popular"; "o principal argumento para privatizar deve ser que a empresa pode funcionar de forma mais eficiente. O ruim é que a empresa pode não funcionar para atender ao interesse público e usar seu poder de monopólio para aumentar preços, assumindo que essa é uma empresa enorme", diz Hart
Vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2016, por suas colaborações à teoria dos contratos, o britânico Oliver Hart diz que é "cético em uma privatização motivada pela necessidade de caixa" do governo de Michel Temer, como no caso da Eletrobrás; ele defende a elevação de impostos (e não o corte de gastos dos governo) como principal medida para redução de déficit fiscal, o que, admite, não é uma "posição popular"; "o principal argumento para privatizar deve ser que a empresa pode funcionar de forma mais eficiente. O ruim é que a empresa pode não funcionar para atender ao interesse público e usar seu poder de monopólio para aumentar preços, assumindo que essa é uma empresa enorme", diz Hart (Foto: Romulo Faro)


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247 - Vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2016, por suas colaborações à teoria dos contratos, o britânico Oliver Hart diz que é "cético em uma privatização motivada pela necessidade de caixa" do governo de Michel Temer, como no caso da Eletrobrás.

Ele defende a elevação de impostos (e não o corte de gastos dos governo) como principal medida para redução de déficit fiscal, o que, admite, não é uma "posição popular".

Temer planeja privatizar a maior estatal elétrica do País, a Eletrobrás.

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"O principal argumento para privatizar deve ser que a empresa pode funcionar de forma mais eficiente. Esse é o lado bom de uma privatização. O ruim é que a empresa pode não funcionar para atender o interesse público e usar seu poder de monopólio para aumentar preços, assumindo que essa é uma empresa enorme. A companhia privada persegue lucros mais do que qualquer coisa", diz Hart em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo.

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