Nassif explica por que Elena Landau não gostou do programa tucano
Landau, assim como outras "divas" do PSDB, como Maria Helena Guimarães, nunca teve como foco de atuação a melhoria da condição econômica, da competitividade sistêmica e menos ainda das condições sociais da população. Seu foco sempre foi preparar o terreno para o que fosse melhor para os compradores, ou prestadores de serviço, independentemente dos reflexos sobre o resultado final para o país. Como se a privatização fosse um fim, e não um meio, explica o jornalista Luis Nassif
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Por Luis Nassif, no GGN
As críticas da economista Elena Landau à tentativa do PSDB de montar um plano econômico são compreensíveis.
Primeiro, pelo pecado capital do plano não ter sua assinatura.
Segundo, fazer referências ao ex-governador Mário Covas, a última esperança da socialdemocracia do partido.
Landau, assim como outras "divas" do PSDB, como Maria Helena Guimarães, nunca teve como foco de atuação a melhoria da condição econômica, da competitividade sistêmica e menos ainda das condições sociais da população. Seu foco sempre foi preparar o terreno para o que fosse melhor para os compradores, ou prestadores de serviço, independentemente dos reflexos sobre o resultado final para o país. Como se a privatização fosse um fim, e não um meio.
No mesmo enfoque incorreu Maria Helena, cuja carreira na educação foi pautada pela adesão incondicional a princípios ideológicos rasos, sem nenhuma capacidade de análise sobre a estrutura a ser reformada.
O bom reformador é aquele que coloca o foco das mudanças no aumento da eficiência do setor que está sendo reformado. E que tem clareza sobre o objetivo a ser alcançado.
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