Não há sinais de hiperinflação no Brasil, diz diretor do FMI
Em entrevista a repórteres em Washington, nos EUA, o diretor do FMI Alejandro Werner afirmou que o Brasil está sofrendo um choque de inflação importante, mas que "não há sinais de hiperinflação" no País; segundo Werner, a queda do PIB (Produto Interno do Brasil) mostra a urgência do controle das contas públicas
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Por Lara Rizério - Em entrevista a repórteres em Washington, nos EUA, o diretor do FMI (Fundo Monetário Internacional) Alejandro Werner afirmou que o Brasil está sofrendo um choque de inflação importante, mas que "não há sinais de hiperinflação" no País.
Segundo Werner, a queda do PIB (Produto Interno do Brasil) mostra a urgência do controle das contas públicas.
Nesta semana, o FMI piorou a perspectiva de contração da atividade econômica brasileira em 2016 e não vê mais retomada do crescimento em 2017, o que vai pesar sobre a economia mundial como um todo.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve sofrer retração de 3,5 por cento este ano, ante projeção de contração de 1,0 por cento feita em outubro. Isso depois de ter encolhido 3,8 por cento em 2015, em estimativa também revisada para baixo de queda de 3 por cento antes.
Werner ainda falou sobre o cenário de queda do petróleo, destacando que os mercados estão tendo uma reação exagerada.
(Com Bloomberg)
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