Na Fiesp, Macri promete impulsionar o Mercosul
Saudado de modo festivo pela Fiesp durante recepção em São Paulo, o presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, discursou para cerca de 200 empresários brasileiros e argentinos e disse o Mercosul "precisa ser uma realidade"; presidente da Fiesp, Paulo Skaf, elogiou Macri por ter uma "visão liberal, de empresário e de alguém que crê que o governo não pode atrapalhar a vida das pessoas"; para Skaf, eleição de Macri "é um sinal de modernidade para nosso continente e fará bem para os países vizinhos"
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SP 247 - O presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, foi recebido de modo festivo em almoço nesta sexta-feira (4), na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), em São Paulo. Após um discurso elogioso do presidente da entidade, Paulo Skaf, Macri discursou para cerca de 200 empresários brasileiros e argentinos.
"Em meu país há hoje muita alegria, mas imaginem quando vocês forem para lá? Vai ser uma festa, com a alegria que os brasileiros sempre levam e que, muitas vezes, se complementa com nossa melancolia", disse, convidando os presentes a irem realizar negócios em seu país.
Sobre o Mercosul, Macri disse aos empresários que o bloco "precisa ser uma realidade. Foi uma grande ideia há muitos anos, de Alfonsín e de Sarney, mas depois fomos nos esquivando. É preciso colocar metas, prazos e tempos."
Macri disse que São Paulo lhe trazia boas lembranças por conta das vitórias do Boca Juniors, time do qual foi presidente, aqui contra Corinthians e Palmeiras. Afirmou que quer ser para a Argentina como um "canchero" —funcionário que prepara o campo de futebol antes das partidas.
"Minha função é cortar o gramado, pintar as listras, limpar os arcos do gol, porque quem tem de crescer e se desenvolver são os jogadores, ou seja, os cidadãos do meu país.
"O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, elogiou Macri por ter uma "visão liberal, de empresário e de alguém que crê que o governo não pode atrapalhar a vida das pessoas".
Acrescentou ainda que acredita que a eleição de Macri, que encerrou 12 anos de gestão kirchnerista "é um sinal de modernidade para nosso continente e fará bem para os países vizinhos".
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