Na era Temer, dívida pública cresce e ultrapassa R$ 3 trilhões

Durante o governo Michel Temer, em que o Brasil vive uma expansão fiscal, com a ampliação do déficit de R$ 70 bilhões para R$ 170 bilhões neste ano, a dívida pública federal sente o reflexo da gastança; segundo o Tesouro Nacional, a dívida pública registrou alta de 3,10% em setembro na comparação com agosto, alcançando R$ 3,047 trilhões; esta foi a primeira vez na história que a dívida pública ultrapassa a barreira dos R$ 3 bilhões; a PEC 241, que pode ser aprovada em segundo turno pela Câmara nesta terça-feira, 25, não prevê medidas para conter as despesas com pagamento de juros e amortizações da dívida  

Durante o governo Michel Temer, em que o Brasil vive uma expansão fiscal, com a ampliação do déficit de R$ 70 bilhões para R$ 170 bilhões neste ano, a dívida pública federal sente o reflexo da gastança; segundo o Tesouro Nacional, a dívida pública registrou alta de 3,10% em setembro na comparação com agosto, alcançando R$ 3,047 trilhões; esta foi a primeira vez na história que a dívida pública ultrapassa a barreira dos R$ 3 bilhões; a PEC 241, que pode ser aprovada em segundo turno pela Câmara nesta terça-feira, 25, não prevê medidas para conter as despesas com pagamento de juros e amortizações da dívida
 
Durante o governo Michel Temer, em que o Brasil vive uma expansão fiscal, com a ampliação do déficit de R$ 70 bilhões para R$ 170 bilhões neste ano, a dívida pública federal sente o reflexo da gastança; segundo o Tesouro Nacional, a dívida pública registrou alta de 3,10% em setembro na comparação com agosto, alcançando R$ 3,047 trilhões; esta foi a primeira vez na história que a dívida pública ultrapassa a barreira dos R$ 3 bilhões; a PEC 241, que pode ser aprovada em segundo turno pela Câmara nesta terça-feira, 25, não prevê medidas para conter as despesas com pagamento de juros e amortizações da dívida   (Foto: Paulo Emílio)


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Mariana Branco, repórter da Agência Brasil* - A Dívida Pública Federal, que inclui o endividamento interno e externo, teve aumento de 3,1%, em termos nominais, passando de R$ 2,955 trilhões em agosto para R$ 3,047 trilhões em setembro. Os dados foram divulgados hoje (17) pelo Tesouro Nacional.

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. A variação pode ocorrer também pela assinatura de contratos de empréstimo. Nesse caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição financeira ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), em circulação no mercado nacional, teve seu estoque ampliado em 3,21%, ao passar de R$ 2,830 trilhões para R$ 2,920 trilhões devido ao resgate líquido, no valor de R$ 62,12 bilhões, compensado parcialmente pela apropriação positiva de juros, no valor de R$ 28,59 bilhões.

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Com relação ao estoque da Dívida Pública Federal externa (DPFe), houve aumento de 0,81% sobre o estoque apurado em agosto, encerrando setembro em R$ 126 bilhões (US$ 38,82 bilhões), sendo R$ 115,5 bilhões (US$ 35,59 bilhões) referentes à dívida mobiliária (títulos) e R$ 10,5 bilhões (US$ 3,24 bilhões) à dívida contratual.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), o governo estima que a Dívida Pública Federal, em 2016, fique entre R$ 3,1 trilhões e R$ 3,3 trilhões.

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*Colaborou Wellton Máximo

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