“Na crise se vê a importância das empresas públicas”, diz presidente da Fenae sobre a Caixa
Para o presidente da FENAE, Sergio Takamoto, apesar das filas em frente às agências, sem a Caixa Econômica o programa de auxílio emergencial não funcionaria. Assista sua entrevista à TV 247
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247 - O presidente da FENAE, Sergio Takamoto, e o diretor da Apcef/SP (Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal de Sao Paulo) Leonardo Quadros concederam entrevista à TV 247 na qual falaram sobre a importância da Caixa Econômica Federal e das empresas públicas durante a pandemia do coronavírus.
Os trabalhadores da CEF, assim com os profissionais da saúde, têm atuado na linha de frente durante a pandemia. Milhões de brasileiros estão sendo atendidos no banco estatal por meio do programa de auxílio emergencial, que garante uma renda de R$ 600 para informais e pessoas de baixa renda durante três meses, além de outros benefícios também pagos pela instituição.
A situação, porém, está problemática. Segundo relatam os entrevistados, “há gente dormindo nas filas para ser atendida”. De acordo com Takamoto, as filas imensas na CEF “colocam em risco os trabalhadores das agências e a população” e ocorrem por causa da política de sucateamento da empresa, que o governo federal queria privatizar.
O presidente da Fenae afirmou que “mais uma vez, na crise, se vê a importância das empresas públicas, como a Caixa [Econômica] e o SUS”. Ele ainda diz que, apesar das filas, sem a CEF o programa não funcionaria. Já foram mais de 50 milhões de pessoas atendidas e um aplicativo feito em “tempo recorde” para atender a população, lembrou.
Quadros também reforçou que “a empresa pública é muito importante para resolver a situação do país”.
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