Mourão minimiza queda da economia e diz que resultado no final do ano "pode não ser tão negativo"

"Os indicadores pouco a pouco estão demonstrando nossa recuperação. Podem apresentar ao chegar o final do ano um resultado não tão negativo quanto estávamos esperando", disse o vice-presidente, general Hamilton Mourão

Vice-presidente Hamilton Mourão
Vice-presidente Hamilton Mourão (Foto: REUTERS/Adriano Machado)


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Lisandra paraguassu, Reuters - O vice-presidente Hamilton afirmou nesta quarta-feira que os indicadores começam a demonstrar recuperação da economia do país e o Brasil pode chegar ao final do ano com um resultado menos negativo do que o previsto inicialmente diante dos impactos da pandemia de coronavírus.

Segundo o vice-presidente, que falou na abertura da reunião do Conselho da Amazônia, a epidemia de coronavírus fez com que o país tivesse que redirecionar recursos para a área de saúde, o que aumentou o déficit previsto.

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“Vamos terminar o ano com um déficit fiscal um tanto quanto elevado, muito acima daquilo que prevíamos. Mas, por outro lado, sabemos da pujança do nosso país, da capacidade de recuperação que nós temos, e os indicadores pouco a pouco estão demonstrando nossa recuperação. Podem apresentar ao chegar o final do ano um resultado não tão negativo quanto estávamos esperando”, afirmou.

Mourão disse ainda que o país vive “um momento de pressão” em relação ao desmatamento e às queimadas na Amazônia, mas que o governo tem deixado claro o compromisso “de não aceitar que essas ilegalidades prosperem”.

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Esta semana, o vice-presidente, que coordena o Conselho da Amazônia, admitiu que o trabalho da operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) autorizada em maio para a Amazônia não terá impacto na redução dos números de desmatamento este ano, e deveria ter sido iniciado mais cedo.

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