Moody's rebaixa rating da dívida soberana do Japão

O rebaixamento ocorre menos de duas semanas antes de o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, buscar a reeleição numa eleição antecipada, em que suas políticas de estímulo econômico e sua decisão de adiar um aumento do imposto sobre vendas vão estar entre os principais temas de campanha

O rebaixamento ocorre menos de duas semanas antes de o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, buscar a reeleição numa eleição antecipada, em que suas políticas de estímulo econômico e sua decisão de adiar um aumento do imposto sobre vendas vão estar entre os principais temas de campanha
O rebaixamento ocorre menos de duas semanas antes de o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, buscar a reeleição numa eleição antecipada, em que suas políticas de estímulo econômico e sua decisão de adiar um aumento do imposto sobre vendas vão estar entre os principais temas de campanha (Foto: Leonardo Attuch)


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Por Leika Kihara e Stanley White

TÓQUIO (Reuters) - A agência de classificação de risco Moody's rebaixou nesta segunda-feira o rating da dívida soberana do Japão em um patamar, para o nível A1, alegando um aumento nas incertezas sobre a capacidade do país cumprir sua meta de redução de débito.

O anúncio fez com que o iene tivesse a maior desvalorização em sete anos frente ao dólar, e empurrou o mercado futuro de títulos de 10 anos do governo japonês (JGB) para baixo em 10 pontos.

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O agência norte-americana afirmou que a perspectiva é estável.

O rebaixamento ocorre menos de duas semanas antes de o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, buscar a reeleição numa eleição antecipada, em que suas políticas de estímulo econômico e sua decisão de adiar um aumento do imposto sobre vendas vão estar entre os principais temas de campanha.

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A Moody's disse que a decisão de Abe de adiar o aumento do imposto, previsto para o ano que vem, pode ajudar a economia no curto prazo, mas tornou mais difícil para o Japão alcançar sua meta de equilibrar o orçamento até 2020.

"O déficit e a dívida do Japão continuam muito altos, e a consolidação fiscal vai se tornar cada vez mais difícil de se alcançar com o passar do tempo, devido os gastos do governo em crescimento, particularmente em programas sociais associados com a população em envelhecimento", disse a agência de rating.

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