Moody's elogia medidas de ajuste de Temer

Para a agência de classificação de risco Moody's, a revisão da meta fiscal para um déficit primário de R$ 170,5 bilhões em 2016 ilustra a gravidade da crise fiscal que o governo do presidente interino Michel Temer enfrenta; "As medidas de reforma propostas são necessárias para reverter as tendências macroeconômicas negativas e conter o grande déficit fiscal, mas destacam as opções limitadas disponíveis ao governo", disse a analista sênior Samar Maziad; "A implementação dessas reformas continuam sujeitas à incerteza política", acrescentou

Para a agência de classificação de risco Moody's, a revisão da meta fiscal para um déficit primário de R$ 170,5 bilhões em 2016 ilustra a gravidade da crise fiscal que o governo do presidente interino Michel Temer enfrenta; "As medidas de reforma propostas são necessárias para reverter as tendências macroeconômicas negativas e conter o grande déficit fiscal, mas destacam as opções limitadas disponíveis ao governo", disse a analista sênior Samar Maziad; "A implementação dessas reformas continuam sujeitas à incerteza política", acrescentou
Para a agência de classificação de risco Moody's, a revisão da meta fiscal para um déficit primário de R$ 170,5 bilhões em 2016 ilustra a gravidade da crise fiscal que o governo do presidente interino Michel Temer enfrenta; "As medidas de reforma propostas são necessárias para reverter as tendências macroeconômicas negativas e conter o grande déficit fiscal, mas destacam as opções limitadas disponíveis ao governo", disse a analista sênior Samar Maziad; "A implementação dessas reformas continuam sujeitas à incerteza política", acrescentou (Foto: Aquiles Lins)


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SÃO PAULO (Reuters) - A revisão da meta fiscal para um déficit primário de 170,5 bilhões de reais neste ano ilustra a gravidade da crise fiscal que o governo do presidente interino Michel Temer enfrenta, destacou a agência de classificação de risco Moody's nesta quarta-feira.

"As medidas de reforma propostas são necessárias para reverter as tendências macroeconômicas negativas e conter o grande déficit fiscal, mas destacam as opções limitadas disponíveis ao governo", disse a analista sênior Samar Maziad.

O Congresso Nacional aprovou na madrugada a nova meta fiscal para este ano, garantindo ao governo espaço para manter gastos orçamentários e fechar o ano com déficit primário de 170,5 bilhões de reais.

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A aprovação ocorreu após o anúncio das primeiras medidas econômicas, que incluem limitação dos gastos públicos e proibição de elevação dos subsídios.

"A implementação dessas reformas continuam sujeitas à incerteza política, o que está embutido na perspectiva negativa da classificação Ba2 do Brasil", completou a analista.

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(Reportagem de Guillmermo Parra-Bernal)

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