Monteiro: Já batemos no fundo do poço

Ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, vê sinais de recuperação de alguns setores industriais e indica que o pior teria ficado para trás: "Já batemos no fundo do poço, seguramente. Nós teremos, em 2016, um cenário ainda difícil para a indústria, mas ele será melhor do que o de 2015"; segundo ele, os dados registrados pelo ministério até o início de março mostram um crescimento das exportações de produtos manufaturados: "Os setores mais tradicionais da indústria de transformação, como têxteis, calçados, vestuário e até setores como a indústria automotiva e de bens de capital devem elevar suas exportações neste ano"

Brasília- DF- Brasil- 01/12/2014- Após ser anunciado como novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o senador Armando de Queiroz Monteiro Neto, fala à imprensa no Palácio do Planalto. (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília- DF- Brasil- 01/12/2014- Após ser anunciado como novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o senador Armando de Queiroz Monteiro Neto, fala à imprensa no Palácio do Planalto. (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Roberta Namour)


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247 - O ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, já vê sinais de recuperação de alguns setores industriais e indica que o pior teria ficado para trás. "Já batemos no fundo do poço, seguramente. Nós teremos, em 2016, um cenário ainda difícil para a indústria, mas ele será melhor do que o de 2015", afirmou ele, em entrevista ao Valor.

Ele se justifica com resultados da balança comercial brasileira. Segundo ele, os dados registrados pelo ministério até o início de março mostram um crescimento das exportações de produtos manufaturados. "Os setores mais tradicionais da indústria de transformação, como têxteis, calçados, vestuário e até setores como a indústria automotiva e de bens de capital devem elevar suas exportações neste ano."

Também aponta o efeito da desvalorização do real na substituição das importações. A associação que representa a indústria têxtil brasileira, por exemplo, anunciou que a importação de cerca de 200 milhões de peças de vestuário deverá ser substituída por produtos locais (leia mais).

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