Moderação no ritmo de expansão do crédito é benigna

É o que afirma o Banco Central; em 2013, o saldo das operações de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,715 trilhões, com crescimento de 14,6% em relação ao final de 2012; essa moderação no crescimento ocorre há vários anos; "Há uma moderação, olhando um horizonte de tempo mais amplo da expansão do crédito, e isso tem aspectos positivos no sentido que é benigno para a sustentabilidade", disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel

É o que afirma o Banco Central; em 2013, o saldo das operações de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,715 trilhões, com crescimento de 14,6% em relação ao final de 2012; essa moderação no crescimento ocorre há vários anos; "Há uma moderação, olhando um horizonte de tempo mais amplo da expansão do crédito, e isso tem aspectos positivos no sentido que é benigno para a sustentabilidade", disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel
É o que afirma o Banco Central; em 2013, o saldo das operações de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,715 trilhões, com crescimento de 14,6% em relação ao final de 2012; essa moderação no crescimento ocorre há vários anos; "Há uma moderação, olhando um horizonte de tempo mais amplo da expansão do crédito, e isso tem aspectos positivos no sentido que é benigno para a sustentabilidade", disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel (Foto: Valter Lima)


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Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil

A moderação no ritmo de crescimento do crédito é benigna, na avaliação do chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel. Em 2013, o saldo das operações de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,715 trilhões, com crescimento de 14,6% em relação ao final de 2012.

Essa moderação no crescimento ocorre há vários anos: 16,4%, em 2012, 18,8%, em 2011, 20,6%, em 2010, 15,1%, em 2009 e 31%, em 2008. "Há uma moderação, olhando um horizonte de tempo mais amplo da expansão do crédito, e isso tem aspectos positivos no sentido que é benigno para a sustentabilidade", disse Maciel. Ele acrescentou que esse processo é "natural porque a base de comparação vai se tornando ano a ano mais elevada", ou seja, o saldo vai ficando maior todos os anos.

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Na avaliação de Maciel, a expansão moderada do crédito ocorre com sistema financeiro sólido e clientes com capacidade de pagamento, já que há aumento de renda e do emprego.

Maciel destacou ainda que em 2013 o crédito voltado para investimento de empresas e das famílias (crédito imobiliário) foi maior do que aquele voltado para consumo. E nesse tipo de crédito, há maior participação de bancos públicos, como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa.

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